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A tragédia de Pedrogão Grande impeliu o país a discutir e a debater pela enésima vez a gravidade dos fogos florestais e a sua relação com o desordenamento territorial, o despovoamento e o envelhecimento das populações rurais.

Após o terrível incêndio num prédio de Londres de há uma semana, a Primeira-ministra britânica pediu desculpa às famílias. Desculpou-se porque o Estado, tanto a nível local como a nível nacional, falhou quando as famílias mais precisaram.

Na passada terça-feira, atravessava uma boa parte do nosso país a caminho de Évora, para o seminário de encerramento de mais um programa de capacitação de executivos do setor social – a quarta edição do MAIS.

"Exijo a demissão imediata de João Marques do cargo de provedor da Santa Casa da Misericórdia de Pedrógão Grande. Alguém que demonstra esta falta de responsabilidade atroz e oportunismo político do mais insensível que existe não pode continuar a representar uma entidade com os valores da Santa Casa da Misericórdia", afirma António Sales à Lusa.

“Vamos assinalar os 720 anos de história de Mutualismo em Portugal, na medida em que foi no ano de 1297, a 8 de julho, que foi fundada, em Beja, a primeira confraria laica, sob os auspícios do rei D. Diniz, que esteve na génese do movimento mutualista", diz o presidente da União das Mutualidades Portuguesas, Luís Alberto Silva,

O ministro espanhol explica que a grande diferença é que em Itália houve ajuda do Estado, e em Espanha não, avança o Expansión.

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