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Depois de ter negociado em máximos de quatro anos, as 'yields' das Treasuries a 10 anos recuam para 2,88%. Nas bolsas, o início de sessão foi no 'verde', após um fecho misto, na quinta-feira.

Investidores e analistas vão procurar possíveis sinais sobre a inflação, especialmente depois de os dados da subida dos preços em janeiro terem sido mais elevados que o esperado e do recente 'selloff' em Wall Street.

A maior empresa de retalho do mundo, a Walmart, apresentou resultados do último trimestre de 2017 abaixo do esperado e o resultado foi um tombo de 10%, que se alastrou pelo setor e por todo o mercado norte-americano.

A ajudar à recuperação do sentimento positivo está o índice de volatilidade VIX, que continua a recuar e negoceia esta quinta-feira nos 18 pontos, já bastante longe do pico nos 50 pontos que atingiu na semana passada.

Inflação nos Estados Unidos acelerou para 2,1% em janeiro, face aos 2% de dezembro e à previsão de 1,9% dos analistas. O resultado foi imediato, com Wall Street a abrir em queda, o dólar a subir e as 'yields' a descerem.

Depois de a última semana ter sido tumultuosa, as principais bolsas norte-americanas contam já com duas sessões consecutivas no verde. A apresentação de um orçamento do Estado, que inclui um investimento ambicioso em infraestruturas, deu gás ao setor.

Os investidores esperam esta segunda-feira a apresentação do orçamento norte-americano que inclui um investimento público de 200 mil milhões de dólares em infraestruturas e também 23 mil milhões para segurança fronteiriça e imigração.

Apesar dos ganhos do início da sessão, não está afastado o receio nas bolsas. O Dow Jones e o S&P 500 já perderam mais de 10% desde os máximos tocados a 26 de janeiro.

Os investidores continuam cautelosos devido ao trauma sofrido nos últimos dias. Apesar de a confiança parecer estar a regressar aos poucos aos mercados norte-americanos, o Dow Jones e o Nasdaq abriram com perdas e o S&P 500 'flat'.

Os principais índices acionistas norte-americanos fecharam no verde, depois de uma sessão marcada por muita volatilidade. Após a 'segunda-feira negra', as ações respiram fundo e o dólar desvaloriza face ao euro.