O mundo comprometeu-se. E desde então todos procuram a melhor das estratégias. O Acordo de Paris ditou um novo ritmo e a energia ganhou um outro papel no crescimento das economias. Em Portugal, as empresas já preparam 2030 e o Estado disponibiliza mais apoios financeiros e incentivos.

Um destes dias serão tantos a disponibilizá-los quantos somos a aceitá-los e a realmente utilizá-los, sempre na ótica da poupança. O incontornável retângulo de plástico veio para ficar e à luz da revolução digital já se discute por onde passará o seu futuro. Sem conhecer barreiras até para as empresas o cartão tornou-se um instrumento crucial na gestão dos benefícios extra salariais.

O aumento salarial e os dados da empregabilidade dizem que sim. Além das oportunidades de mudança profissional criadas, o retorno do investimento mede-se também em conhecimentos técnicos, networking e desenvolvimento de soft skills, fundamentais para quem almeja a liderança. O MBA acaba por ser a porta de acesso para uma boa rede de contactos.

Veja aqui o guia dos seguros em Portugal.

Procuram-se e existem. As PME portuguesas continuam a recorrer à banca, mas também estão despertas para outras soluções de financiamento. Desde os fundos comunitários, capitais de risco aos Business Angels, ou até mesmo ao recente Crowdfunding, todas podem, e devem, ser ponderadas.

A reabilitação urbana tem vindo a conquistar os centros históricos e é visível a quantidade de edifícios renovados. O mercado imobiliário agradece, contudo, nem tudo são ‘rosas’ e muitos especialistas acusam a falta de rigor em muitas das obras de requalificação. A lei também ainda não é clara nesta matéria.

O número de alunos de MBA que opta por lançar um negócio próprio está a crescer em Portugal. Esta dinâmica empreendedora encontra eco nas escolas de negócios, que criam cada vez mais cadeiras que fornecem ferramentas e competências necessárias a quem envereda por esta via.

Big data & analytics e business intelligence em conjunto obrigam a repensar os processos empresariais. A tecnologia é um enabler para a transformação digital. E quais são as vantagens e os desafios deste ecossistema para as empresas? Os especialistas apontam alguns caminhos.

Do vasto leque de seguros obrigatórios o mais significativo é o seguro de acidentes de trabalho com uma produção global de 627 milhões de euros. Portugal e a Bélgica foram os únicos europeus que transferiram a responsabilidade do Estado para as seguradoras.

Atualmente, a telemática conquistou o protagonismo de força motriz da inovação na gestão de frotas e revela uma assinalável eficácia na redução de riscos e de custos.