InícioRadar Económico

Portugal vai crescer mais do que a Zona Euro em 2017. Uma novidade? Não necessariamente. Desde 2014 que a convergência ao nível da actividade económica é uma realidade. Tudo depende do indicador que se usa.

A rubrica Radar Económico é escrita por Pedro Romano, analista do Jornal Económico

Licenciado em Jornalismo e Informação pela Universidade do Minho. Fez jornalismo económico no Diário Económico, Semanário Económico e Jornal de Negócios. Foi assessor parlamentar na Assembleia da República e trabalhou na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Desde 2017 que se dedica à consultoria em informação e economia. Escreve no blogue Desvio Colossal.

PUB
PUB
Edição Impressa
Primeira Página
últimas notícias

O país acordou sobressaltado com André Ventura, o candidato do PSD a Loures, para quem o principal problema daquele concelho são os ciganos que vivem do Rendimento Social de Inserção (RSI).

Ao não legislar em devido tempo, todo o sistema foi contaminado e as más práticas de gestão validadas. Resultado? O problema do crédito malparado continua por resolver, porque alguém tem de pagar a conta.

A hipocrisia política é elevada ao cubo quando os parceiros do Governo criticam publicamente, mas viabilizam medidas num exercício de distanciamento de preparação das eleições autárquicas de outubro e das próximas eleições legislativas.

Percebe-se a utilidade dos esclarecimentos do MP nos casos de maior mediatismo. O que já não pode merecer semelhante compreensão é que se torne corriqueira a dita faculdade de “esclarecimento” da opinião pública.

O que determina a Quarta Revolução Industrial não é a digitalização, mas sim a inteligência disruptiva que altera os modelos de relação com o cliente e de negócio.

António Costa deve pronunciar-se na devida altura pela imposição de sanções à Venezuela, não devendo, mais uma vez aqui, ser refém da vontade de Jerónimo de Sousa.

As nossas noções de bem e mal, outrora presas a uma linearização excessiva, são atualizadas à medida que vamos ficando cada vez menos ingénuos e chocados com o enredo que nos é apresentado.

Perante as trapalhadas enunciadas, o que faria caso ainda fosse Presidente da República? Mas mais importante: o que aconselharia ao Professor Marcelo?

Agora que tanto se fala na necessidade de definir prioridades nacionais, eis duas das mais urgentes: a sustentabilidade do crescimento económico e o começo da redução da nossa dívida.