Wall Street sem tendência definida com resultados da banca

Entre JP Morgan, Wells Fargo e Citigroup, foi o banco liderado por Jamie Dimon que mais impressionou: registou um resultado líquido de 8,32 mil milhões de dólares, mais 18% em termos homólogos.

Reuters

A bolsa de Nova Iorque arrancou a sessão desta sexta-feira, dia 13 de julho, sem tendência definida. Hoje é sobretudo a earnings season dos bancos que está a marcar os mercados financeiros norte-americanos.

Entre os principais índices bolsistas norte-americanos, o industrial Dow Jones está a somar os ligeiros 0,o1%, para 24.928,61 pontos, e contrariando estes números a ‘verde’, o financeiro S&P 500 perde 0,13%, para 24.928,61 pontos. O tecnológico Nasdaq desvaloriza 0,17%, para 7.809,45 pontos, enquanto o Russell 2000 acompanhou este pessimismo e deslizou 0,19%, para 1.687,11 pontos.

No segundo trimestre deste ano, o JP Morgan registou um resultado líquido de 8,32 mil milhões de dólares, o que significa um recorde e uma subida de 18% face ao período homólogo. O banco cai 0,93%, para 105, 86 dólares.

Quanto ao Citigroup [-3,07%, para 66,41 dólares], também ficou caracterizado por um crescimento: aumentou em 16% os seus lucros, para 4,46 mil milhões de dólares. Olhando para o lucro (1,63 dólares por ação contra), ficou acima dos 1,56 dólares previstos pelos especialistas da Reuters, mas em termos de receita (18,469 mil milhões de dólares), fixou-se abaixo dos 18,512 mil milhões de dólares esperados.

Já o Wells Fargo não encantou os investidores ao informar ao início desta tarde que o seu lucro líquido recuou para 5,19 mil milhões de dólares no segundo trimestre de 2018, abaixo das previsões que tinham sido divulgadas, de acordo com os números divulgados recentemente. A instituição financeira perde 3,73%, para 53,94 dólares.

Ontem, o presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, recuou na ideia de sair da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o que animou os investidores. Na reunião dos 29 chefes de Estado e de governo da NATO, o presidente norte-americano disse que foi “mais duro do que habitual” para conseguir uma maior contribuição dos países-membros, que se comprometeram com um gasto extra de 33 mil milhões de dólares.




Mais notícias
PUB
PUB
PUB