Wall Street em alta com a decisão de Trump de amenizar as tarifas

Os EUA vão começar a aplicar tarifas às importações de aço (10%) e alumínio (25%) dentro de 15 dias, com o Canadá e o México excluídos "por agora" destes direitos aduaneiros, anunciou hoje a Casa Branca.

REUTERS / Toby Melville

O mercado recebeu finalmente a decisão de Donald Trump sobre a imposição das tarifas alfandegárias à importação do aço e alumínio. Em resposta a bolsa subiu. O Dow Jones ganhou 0,38% para 24.895,21 pontos; o S&P 500 valorizou 0,45% para 2.738,97 pontos e o Nasdaq ascendeu 0,42% para 7.427,95 pontos.

O presidente norte-americano, Donald Trump, assinou os documentos relativos à aplicação de uma tarifa aduaneira de 25% às importações de aço e 10% às de alumínio, pois os produtores dos EUA precisam de ser protegidos por questões de segurança nacional, defende a administração norte-americana.

Mas ficou decidido que os EUA vão começar a aplicar tarifas às importações de aço e alumínio dentro de 15 dias, com o Canadá e o México excluídos “por agora” destes direitos aduaneiros, anunciou hoje a Casa Branca.

Os países afetados pelas tarifas estão a ser convidados a negociar isenções, um a um, se conseguirem resolver a ameaça que as suas exportações colocam aos EUA.

No Dow os títulos que mais subiram foram os da Johnson & Johnson (+2,34%); seguindo-se a Pfizer (+1,59%); a Nike (+1,46%) e a Coca-Cola (+1,44%).

Em queda destacou-se a IBM (-1,33%) e a Intel Corp (-1,13%).

Em Wall Street a seguradora de saúde Cigna desabou 11% depois de anunciar que vai comprar a Scripts Express (+ 8%) por 67 mil milhões de dólares, numa operação que será realizada em dinheiro e ações.

O petróleo está em queda, quer em Nova Iorque quer em Londres. O WTI perde 1,36% para 60,32 dólares e o Brent cai 0,76% para 63,85 dólares.

O euro perdeu 0,81% face ao dólar para 1,2311 dólares.




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