Respostas Rápidas: Porque é que Portugal pode ser excluído do programa de isenção de vistos nos EUA?

Em 2016, cerca de 164.662 portugueses entraram nos EUA usando o programa e cerca de 4 mil destes portugueses (perto de 2,5%) não saíram do país no prazo de 90 dias.

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O que está na origem da possível exclusão do Programa de Isenção de Vistos?

Segundo dados do Departamento de Segurança Interna consultados pela agência Lusa, 164.662 portugueses entraram nos EUA em 2016 usando o programa e cerca de 4 mil destes portugueses (perto de 2,5%) não saíram do país no prazo de 90 dias.

O que proporciona este programa para os países que o integram?

Ao abrigo do programa, pode viajar quem não permanecer nos Estados Unidos por mais de 90 dias, ou viajar temporariamente em negócios, turismo ou tratamento médico, não podendo nunca estender o período de estada ou aceitar trabalho remunerado ou não remunerado, entre mais uma série de regras.

Quais são os países que integram atualmente o Programa de Isenção de Vistos?

Os países que integram o Programa de Isenção de Vistos são Portugal, Andorra, Austrália, Áustria, Bélgica, Brunei, Dinamarca, Estónia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Hungria, Islândia, Irlanda, Itália, Japão, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Mónaco, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, São Marino, Singapura, Eslováquia, Eslovénia, Coreia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Formosa ou Reino Unido.

Além de Portugal, quais são os outros países em risco?

Portugal está num grupo de quatro nações – incluindo Grécia, Hungria e São Marino – que ultrapassa o limite de 2% de visitantes.

O que é que os países têm de fazer para se manter no Programa?

Os EUA exigem que estes países tenham de realizar campanhas de informação pública para informar os seus cidadãos das regras do programa e as consequências da sua violação.

Algum país foi excluído deste programa?

Sim. Em 2002, por exemplo, a Argentina foi cortada do programa devido ao número de argentinos que usava este recurso para entrar no país de forma ilegal, devido à crise económica que o país atravessava.





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