PIB cresceu 1,9% no final de 2016

O crescimento económico no conjunto de 2016 foi de 1,4%, acima das expetativas do Governo e de Bruxelas, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

bandeira-portugal

O crescimento da economia portuguesa foi de 1,4% no conjunto de 2016, segundo dados publicados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No último trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB) fixou-se nos 1,9%, em relação ao período homólogo, e nos 1,6% face ao trimestre anterior.

“Esta aceleração do PIB resultou do aumento do contributo da procura interna, observando-se uma recuperação do Investimento e um crescimento mais intenso do consumo privado”, refere a estimativa rápida do INE, que será revista com os valores finais no início do próximo mês.

“O contributo da procura externa líquida foi negativo, contrariamente ao observado no trimestre anterior, refletindo a aceleração mais acentuada das Importações de Bens e Serviços em volume que a das Exportações de Bens e Serviços”.

O último trimestre é tradicionalmente um período de maior dinamismo económico, devido ao pagamento do subsídio de Natal e as compras da época festiva. Os gastos dos consumidores aumentam e as empresas têm mais receitas.

A este dinamismo, acresce este ano a devolução de rendimentos iniciada no ano passado. A sobretaxa de IRS foi aliviada e os vencimentos dos funcionários públicos foram devolvidos de forma faseada. Com o desempenho das exportações, a taxa de crescimento anual do PIB fica, assim, acima dos 1,2% estimados pelo Governo no Orçamento do Estado apresentado em outubro.

A Comissão Europeia também reviu esta segunda-feira em alta a estimativa de crescimento do PIB português, prevendo uma subida de 1,3% em 2016. Apesar de a previsão de Bruxelas ficar acima da do Governo, o valor significa um abrandamento do crescimento económico face ao ano anterior, quando o PIB acelerou 1,5%.

“O forte desempenho na segunda metade de 2016, especialmente do turismo, melhorou as perspetivas do economia portuguesa. O investimento tímido tem pesado negativamente no crescimento mas prevê-se que recupere”, justificou ontem a Comissão Europeia.

Para 2017, as previsões económicas de Inverno de Bruxelas prevêm que a economia cresça 1,6%, enquanto o Governo, no Orçamento do Estado para 2017, assumiu um crescimento do PIB de 1,5%. Já para 2018, a Comissão Europeia estima uma ligeira desaceleração do ritmo de crescimento, para 1,5%.

  • Luis Santos

    E depois disto ainda queriam mandar o Centeno embora? Para quê? Para lá porem outra vez o Vitinho das vénias e dos “trabalhos de casa bem feitos”, como os professores de Bruxelas lhe mandavam, não por cabeça dele, ou então a “burra loira” dos beijinhos nos corredores de Bruxelas que lhe entregavam as “ordens” com que vinha por a funcionar as “finanças” da troika? Não as do país! O governo anterior só trabalhou para a troika, principalmente para os GRANDES AMIGOS do Passos Coelho. O FMI! Deixem o Centeno trabalhar em paz pois neste momento em Portugal não temos ninguém capaz de o substituir!

    • Atento II

      Sim, guarda esse palerma no governo e espera pelo resultado final.
      O resultado dum jogo de futebol não é como começa; é como acaba!

  • Born in 1960

    Mas esta gente todos os dias manda numeros cá para fora. Não serão capazes de apresentarem tudo de uma vez?

  • José, Província

    INE-Em 2016, o PIB aumentou 1,4% em volume, menos 0,2 p.p. que o
    verificado no ano anterior. O contributo da procura interna para a
    variação do PIB diminuiu, refletindo a redução do Investimento e, em
    menor grau, a desaceleração do consumo privado. A procura externa
    líquida apresentou um contributo significativamente menos negativo que
    em 2015.

    Parabéns aos que tiveram coragem de fazer crescer o PIB.contrariando as medidas do governo.

    Infelizmente não chegaram à previsão do Centeno na versão inicial do plano macrocéfalo do ps de 3.2% em aos 2,8% na 1ª versão do OE de 2016 corrigido pela CE para 1.8%. Mas foi melhor do que os 1.2% mencionados no OE de 2017. Resumindo governo anda à deriva.

    • Torga

      tome chá…casca de limão e gengibre…o álcool já lhe deu cabo dos neurónios…..ou gosta de andar aqui a fazer figura de parvo com números que inventa?

      Crescimento – estimativa inicial do OE 2016 (2,1%);

      Crescimento – previsões no OE apresentado na AR (1,8%) – devido à quebra prevista das exportações!
      São números à disposição de todos!

      • José, Província

        O sr apanha o comboio a meio.

        • Torga

          sim, pois…prepare-se para mais “más notícias”…o défice abaixo dos 2,3%…é melhor começar a redigir o post….

          • José, Província

            Esta do crescimento é boa noticia e pode influenciar alguma coisa embora seja inferior ao de 2015 e de pouca monta, já o défice não interessa para nada já que é virtual e ninguém acredita nele, nem o PM já que como ele disse na AR só vamos conhecer o défice real quando o diabo vier.

          • Torga

            ninguém? essa agora…então desde a OCDE a Bruxelas…ninguém da PAF o admite, isso sim…lembra-se das declarações da maria luís em SETEMBRO sobre a IMPOSSIBILIDADE matemática? como é que se pode engolir tal coisa? mas lá engolirão, TUDO! até porque as contas serão sempre validadas…fazem declarações estúpidas, depois justificam com a negação da realidade que todos vêm menos eles…

          • Atento II

            Validada a mentira e a aldrabice; pois não serão confrontadas as promessas escritas no OE com a sua execução.
            Nisso vocês são bons: a MENTIR e a ALDRABAR!!!

          • José, Província

            Ninguém é ninguém, nem você acredita, em 2016 não houve execução do O de 2016. O próprio PM é que o diz.

          • Torga

            imbecilidades….alguém lhe paga mesmo par dizer isto? olhe que eu teria vergonha…mas se pagassem bem, escreveria e iria rir-me para outro lado…

          • José, Província

            Passou para a avença, não se revele sr Torga!

          • Ternura dos quarenta.

            Não seja parvo, evite fazer figuras tristes.

          • Ternura dos quarenta.

            Não se faça de sonso.

          • Fred

            E a divida pública acima de 130% do PIB !! Assim também eu….Para não falar das centenas de milhões de euros em dívida por parte do Estado, que continua a adiar os pagamentos. Estado Caloteiro !!! Estas são as Más notícias que, claro, como esquerdóide vigarista que é, escolhe omitir

          • Torga

            em 2016, os pagamentos em atraso diminuíram…assim como a divida liquida… a divida total aumentou por razões sobejamente conhecidas: recapitalização do BANIF, e provisões para recapitalizar a CGD!

          • Atento II

            MENTIROSOS E ALDRABÕES DE SERVIÇO: Emanuel, NovoNick, JP, Torga, João, ANÓNIMO, pjcm, Cipião, MyName, Jcesar, Luis Santos, AntiLib (Ex. Eu), Kikas_o_je, …

            }8=(

          • pjcm

            Mas Evolução da dívida líquida
            Dezembro de 2010 : 158.736 mil milhões de €€
            Dezembro de 2011 : 170.904
            Dezembro de 2012 : 187.900………….+ 16 996
            Dezembro de 2013 : 196.304………….+ 8 404
            Dezembro de 2014 : 208.195………….+ 11 891
            Dezembro de 2015 : 218.093………….+ 10 000
            Dezembro de 2016 : 223.830………….+ 5 737 ( inferior ao serviço da dívida pública)
            PS – não se esqueçam do 10 000 milhões resultantes das privatizações que serviram para amortização da dívida, que era suposto estar nos 108% do PIB no fim do programa de “ajustamento” económico! eheheheheh
            Alegre-se a grande maioria que ai anda também só repetem o que lhes mandam dizer.

          • pjcm

            1.35% = Crescimento nos 12 meses de 2015 (variação homóloga anual no 4º trimestre)
            1.8% a 2.0% = crescimento nos 12 meses de 2016, segundo respetivamente U.Católica e ISEG.
            3.1% do PIB = défice sem medidas extraordinárias de 2015
            2.6% do PIB = previsão do défice sem medidas extraordinárias em 2016, segundo a UTAO
            121.6% do PIB = dívida líquida de depósitos em 2015, com +1.2% do PIB que em 2014
            121.0% do PIB = dívida líquida de depósitos em 2016, com -0.6% do PIB que em 2015
            12.2% = desemprego em Dezembro de 2015
            10.2% = desemprego em Dezembro de 2016, após criação de mais de 100 mil postos de trabalho
            +6.5% = crescimento do investimento das empresas privadas em 2016
            +3.8% = previsão do crescimento do investimento das empresas privadas em 2017
            Não é a minha opinião, são os FACTOS que mostram que estamos no bom caminho!!!
            Meu caro, os efeitos dos estímulos do BCE sentem-se desde 2012. Os mercados, sempre bem informados (com inside information frequentemente) já sabiam em 2014 que vinha aí o “whatever it takes” do BCE para salvar o €uro.
            Só assim se explica a descida dos nossos juros entre 2012 e 2015, apesar do aumento constante da nossa dívida, mais 20% do PIB do que o estimado em 2012 pela PàF, após 7% de recessão que diminuiu a nossa capacidade para honrar os compromissos, e a descida do nosso rating para 2 níveis abaixo de Investment Grade (para lixo).
            Martele o que quiser, factos são factos.

          • Arlindo

            Dados tendenciosos. , os restantes países da UE não se endividaram tanto como Portugal, à
            excepção da Grécia e da Irlanda. A dúvida de Portugal subiu 30% de 2008 a
            2011, enquanto em Espanha subiu apenas 17%, na Alemanha e na França 15%
            e na Itália 13% (alguns exemplos), Portanto, ilibar um certo senhor que
            está neste momento em vias de xilindró, suspeito (para mim acusado) precisamente de ter sacado
            dinheiro ao Estado, é ser muito “patinho” Ai a culpa é toda da crise
            internacional e do PSD Se assim fosse, não haveria uma disparidade tão grande
            entre a subida da nossa dívida e a subida da maioria dos países da UE. Tiras-te isso de um blog que era pago pelo 44 o amigos? Ou será que este também o era e ninguém sabe…

          • pjcm

            FACTOS: Síntese da Execução Orçamental de Dezembro de 2016
            No final da Página 44 e no gráfico 23 da Página 45:
            «Os pagamentos em atraso das entidades públicas diminuíram para 858 milhões de euros no final de 2016, representando uma diminuição de 303 milhões de euros face ao valor registado em novembro, a qual beneficiou principalmente da regularização de dívidas dos Hospitais EPE, e uma diminuição de 62 milhões de euros face ao final de 2015.»
            Tens dificuldades em perceber o que lês, ou não percebes que 858 é menos do que 920?
            Se não és analfabeto e sabes fazer contas, então insistes em mentir porque és um VIGARISTA!!!

          • pjcm

            Portanto, o défice de TODAS as Administrações Públicas não desceu à custa dos atrasos. Dê as voltas que der, são estes os factos. Sabe ler?
            «Os pagamentos em atraso das entidades públicas diminuíram para 858 milhões de euros no final de 2016, representando uma diminuição de 303 milhões de euros face ao valor registado em novembro, a qual beneficiou principalmente da regularização de dívidas dos Hospitais EPE, e uma diminuição de 62 milhões de euros face ao final de 2015. Para esta melhoria contribuíram a Administração Local (-91 milhões de euros) e a Administração Regional (-74 milhões de euros). No Subsetor da Saúde, verificou-se um aumento de 95 milhões de euros, em particular nos Hospitais EPE (93 milhões de euros).»

            Olhe dedique-se a outra coisa qualquer, que de politica não percebe nada.
            Consegue decorar umas coisas que lhe dizem, mas aprender a usar a cabeça e fazer politica, isso nunca acontecerá.

          • ANONIMO

            Estou a ver que os meus comentários lhe têm sido úteis. Faça bom uso deles ;)

          • pjcm

            Tenho um “apanhado” de factos, episódios e demais informação económica, política, social etc relativos aos anos dos desgoverno pafioso e também deste último ano. Nesta colectânea pessoal recolhi muitos comentários seus porque são factos reais e ainda as análises que levou a cabo sobre este ou aquele assunto os quais apresentam uma verdade lógica e carregada de bom senso. Gostaria, se me permite e em nome da verdade, continuar a utilizar alguns dos seus posts. Parabéns, abraço.

          • Observador

            Falar da dívida pública é frisar o que a mesma subiu em flecha entre 2010 e 2015, durante a anterior legislatura! Ou não terá sido assim?

          • ANONIMO

            Investimento Público na ótica de Maastricht (Fonte = AMECO):
            2010 = 5.27% do PIB
            2014 = 1.99% do PIB
            PàFiosos: “é o sucesso do ajustamento, a saída limpa e o rigor nas contas”

            Investimento Público na ótica de caixa (fonte = DGO):
            2015 = 2.4% do PIB
            2016 = 2.1% do PIB
            PàFiosos: “é o falhanço da Geringonça, regresso da bancarrota e a manipulação das contas”

            Fred e restantes vigaristas, TENHAM VERGONHA!!!

            NOTA: não faço a comparação na ótica de Maastricht entre 2015 e 2016, porque essas contas só serão apuradas pela Comissão Europeia depois de Março de 2017.

          • Atento II

            Com aldrabices de com mentiras é que lá chegam; pois não há concordância entre o que foi anunciado/aprovado no OE e a sua execução.
            Um bando de aldrabões e mentirosos é o que vocês são!

    • Atento II

      O Sem Tino nunca falha nas previsões (ou será que falha???) e, portanto, há que preservar esse papa-açorda no governo…a bem da estabilidade do afundanço!

    • oleg

      Bem podemos agradecer aos resultados do governo de Passos Coelho. O Monhé não teve nada a ver com este crescimento. Já no ano que vem veremos os resultados da geringonça.

      • Lord Farquaad

        é mesmo asdrúbal pá… se houve influência da delegação da merdle que governou o meu país (não o deles) entre 2011-2015 foi no primeiro semestre, no segundo semestre dá para ver bem a diferença!!!

        • oleg

          a macro economia não funciona de um semestre para o outro, nem de um ano para o outro
          a força do governo é muito pequena, especialmente se é um governo inimigo da economia como a esquerda sempre faz gala em ser

    • Observador

      Perante as evidências dos indicadores bem falam por si, digamos que este exercício da actual legislatura tem colocado muitos à deriva mas seguramente entre esses não está o actual governo cujo desempenho vem sendo elogiado por organismos credíveis a nível interno e externo! Ou será que Bruxelas, a Comissão Europeia e seus pares também estarão influenciados? Vá lá, faça um esforço, reconheça que apesar da conjuntura externa desfavorável a par da devolução de rendimentos, muitos deles cortados com pouca ética como foi o caso de pensionistas e reformados, o governo do PS tem logrado um desempenho de relevo! Mesmo que alguns não gostem!

    • Ternura dos quarenta.

      Vocês até espumam !!

      Esteja calado, não seja estúpido.

  • Paulo Alexandre

    À boleia de mais importações, mais endividamento. Volta Sócrates, estás perdoado!

    • pjcm

      Dedique-se a lavar a loiça por exemplo porque para política não tem jeito nem carácter!

  • Paulo

    Com governos de direita provavelmente o PIB já estaria a crescer acima de 2%. Parece ser óbvio que no atual contexto mundial ter um governo de esquerda em qualquer país resultará em menor PIB.

  • José Carioquinha

    Cresceu tanto, tanto …que já nem cabe nas cuecas..

  • Fred

    Crescimento de 1,4% em 2016. Crescimento de 1,6% em 2015. Vitória de quem?

    • oleg

      Passos Coelho, claro. E os resultados de 2016 são influenciados pelos 4 anos do governo anterior, não desta geringonça ainda.

      • Fred

        Obviamente verdadeiro. Mas os VIGARISTAS Esquerdóides preferem omitir este facto, assim como o aumento brutal da Dívida Pública, o aumento brutal de impostos, a queda brutal do (bom) investimento público, etc.

        • pjcm

          Mas Evolução da dívida líquida
          Dezembro de 2010 : 158.736 mil milhões de €€
          Dezembro de 2011 : 170.904
          Dezembro de 2012 : 187.900………….+ 16 996
          Dezembro de 2013 : 196.304………….+ 8 404
          Dezembro de 2014 : 208.195………….+ 11 891
          Dezembro de 2015 : 218.093………….+ 10 000
          Dezembro de 2016 : 223.830………….+ 5 737 ( inferior ao serviço da dívida pública)
          PS – não se esqueçam do 10 000 milhões resultantes das privatizações que serviram para amortização da dívida, que era suposto estar nos 108% do PIB no fim do programa de “ajustamento” económico! eheheheheh
          Alegre-se a grande maioria que ai anda também só repetem o que lhes mandam dizer

          • Cipião Numantino da Boina,

            PJCM nem mais são como os papagaios, repetem o que lhes ensinam por incapacidade de pensarem.
            Tenho pena de gente desta.

          • pjcm

            Ao menos podiam informar-se. Aziados sem carácter que preferem o diabo e o mal de Portugal e dos portugueses. Já perguntei a estes traidores porque queriam o diabo e nenhum me conseguiu responder – cobardes é o que são ou então são pagos! O que este governo está a fazer é uma política social democrata mas estes aziados veneram que nem ovelhas o rapazola do pin. Quem gosta do rapazola do pin só pode ser atrasado mental. Há por aqui muita conversa de café e iluminados pelos media que são outra corja (SIC, TVI, etc) e depois estes gajos repetem o que ouvem sem pensar. Infelizmente é cultural. Portugal foi vitima de uma cabala financeira e estes aziados não percebem.3 anos de Troika :: Afinal quem foi resgatado?
            Nº 1728 – Verão 2014
            Publicado em Dossier por: Jose Castro Caldas (autor)

            Passados três anos talvez seja possível ver mais claro. Por que fomos sujeitos à intervenção da troika? Para que serviu verdadeiramente o resgate? Os historiadores do futuro terão aqui muito trabalho. Não queremos, nem podemos, substitui-los. Pretendemos apenas esgravatar um pouco na camada de poeira que já assentou para ver o que está debaixo. Não se trata de mera curiosidade. Na verdade, para encontrarmos saídas do labirinto, ou da armadilha, onde nos sentimos, ou efectivamente estamos, precisamos de aprender, de procurar mapas que nos dêem uma visão de conjunto, uma perspectiva.
            Uma corrida alucinante
            No início de 2011 a ameaça de um resgate semelhante ao da Grécia e da Irlanda pairava já sobre Portugal. Os banqueiros portugueses não estavam nada entusiasmados com a ideia. “Não acredito que a solução do FMI seja aplicável ao nosso país, atendendo ao que aconteceu na Grécia e na Irlanda. (…) Não recomendo” (Ricardo Salgado, Jornal de Notícias, 25/1/2011); “A intervenção do Fundo Monetário Internacional pode causar fuga de capitais” (Ricardo Salgado, Lusa, 31/1/2011); “Portugal ficará a ganhar se conseguir resolver os seus problemas sem necessitar de uma intervenção internacional” (Fernando Ulrich, Lusa 26/1/2011); “devemos fazer tudo o que está ao nosso alcance para evitar a intervenção do FMI” (Carlos Santos Ferreira, Económico, 12/1/2011); “… Há seguramente outras formas de fazer apoio externo, deveríamos tentar não seguir esse caminho” (Nuno Amado, Expresso, 8 de Fevereiro 2011).
            Os banqueiros portugueses preferiam um outro tipo de ajuda. Não sabemos exactamente qual. Conhecemos apenas um desmentido: “Em declarações à agência Lusa, a porta-voz da presidência da Comissão Europeia afirmou ser «falso» que, quando o primeiro-ministro José Sócrates apresentou em Bruxelas o chamado PEC IV, «tenha ficado também estabelecido que a esse acordo se seguiria um pedido de ajuda externa de 80 mil milhões de euros» ” (Lusa, 8 de Abril de 2011).
            Chumbado o PEC IV os 80 mil milhões a ele (porventura) associados ficaram em suspenso. Mas as instituições europeias faziam mesmo questão em “ajudar”.
            Dias depois, a 3 de Abril, Judite de Sousa iniciou uma série de entrevistas na TVI com os quatro principais banqueiros portugueses: Carlos Santos Ferreira, do BCP, Ricardo Salgado, do BES, Fernando Ulrich, do BPI e Nuno Amado, do Santander Totta. Todos estavam de acordo. Portugal tinha de pedir assistência internacional, já.
            No dia 6 de Abril, às 18,00 horas, com a série de entrevistas ainda por concluir, o ministro das Finanças comunicou: “É necessário recorrer aos mecanismos de financiamento disponíveis no quadro europeu”. Duas horas depois, o primeiro-ministro ia à televisão anunciar o pedido de “ajuda externa”.
            No dia seguinte, António de Sousa, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, explicava: “Quando ficou claro que as necessidades de financiamento do Estado implicavam mais fundos por parte dos bancos, os bancos disseram que isso não podia ser feito porque têm claras instruções do Banco de Portugal e do BCE para fazer o contrário, para diminuir a exposição [à dívida pública portuguesa] ” (Público, 7 de Abril de 2011). Desmentido pelo BCE, António de Sousa, desmentia-se logo de seguida: “Não existiram quaisquer orientações do Banco de Portugal nem, obviamente, do BCE no sentido de a Banca portuguesa não continuar a adquirir Dívida Pública Nacional”( Jornal de Negócios, 10 de Abril de 2011).
            E no entanto, a dúvida permanece. O que se passou realmente nestes dias? Judite de Sousa em entrevista ao Público quase um ano depois (4 de fevereiro de 2012) confessou: “Só mais tarde vim a perceber que [os banqueiros] aproveitaram o meu convite para acertar uma posição conjunta de forma a fazer um ultimato a José Sócrates. Acabei por, com aquelas entrevistas, fazer parte de uma narrativa que foi meticulosamente preparada pelos banqueiros.”
            Entre 3 e 6 de Abril de 2011 desenrolaram-se acontecimentos que viriam a condicionar de forma dramática a vida colectiva dos portugueses. Aparentemente o Banco Central Europeu (BCE) ameaçou os banqueiros portugueses de corte de financiamento, os banqueiros ameaçaram da mesma forma o governo e logo de seguida o ministro das Finanças, antecipando-se ao primeiro-ministro, criou o facto consumado a que o primeiro-mistro se rendeu. Entre os dias 3 e 6 de Abril de 2011 ocorreu em Portugal um verdadeiro golpe palaciano que teve como protagonistas o BCE, os banqueiros portugueses, a TVI, o ministro das Finanças e o primeiro-ministro.

            Que dívidas?
            O resgate chegou porque entre Abril e Junho de 2011 o Estado tinha de amortizar dívidas de cerca de 9 mil milhões de euros e para o fazer teria de se financiar a taxas de juro incomportáveis (cerca de 9% para títulos a cinco anos). Ao contrário do que se conta, não era para pagar salários e pensões que não havia dinheiro. Não havia dinheiro (barato) para pagar dívidas.
            Mas, o que os acontecimentos da semana alucinante do início de Abril nos sugerem é que além de falta de dinheiro no Tesouro havia também falta de dinheiro nos bancos. Havia dívidas e falta de dinheiro para as “rolar”. Qual das dívidas, pública ou bancária, era mais perigosa?
            Em 1997 a dívida pública era de cerca de 56 mil milhões de euros (55% do PIB) e o passivo dos bancos de 161 mil milhões de euros (159% do PIB). Em 2010 a dívida pública era de cerca de 162 mil milhões (94% do PIB) e o passivo dos bancos de 499 mil milhões (289% do PIB). Entre 1997 e 2010 a dívida pública aumentou 289% e o passivo dos bancos 310%.1 Em 2010, parte importante das dívidas públicas e bancárias eram externas, isto é, os credores eram instituições financeiras, bancos e fundos de investimento estrangeiros. No caso do Estado 62%, no caso dos bancos 34%.
            A partir de 2008, no quadro da crise financeira, quer o Estado quer os bancos começaram a experimentar crescentes dificuldades em refinanciar as suas dívidas. O sector bancário teve de recorrer cada vez mais ao BCE e o Estado, cujo acesso ao BCE está vedado pelos tratados da União Europeia, viu-se obrigado a recorrer a “mercados” que exigiam taxas de juro cada vez mais elevadas.
            Uma vez que a União Europeia havia decidido logo em 2008, com o acordo do governo português, que os Estados-membros tinham de impedir a todo custo a falência de qualquer banco considerado demasiado grande para falir, o destino dos bancos e o dos Estados, inclusivamente dos portugueses, ficou unido, neste caso não para o melhor, mas para o pior. Assim como os bancos falidos seriam resgatados pelo Estado – como veio acontecer no caso do BPN em Portugal – também os bancos acudiriam aos Estados nas suas necessidades de financiamento. O BCE, por sua vez, garantiria a liquidez dos bancos em troca de títulos da dívida pública entregues como colateral.
            Tudo indica que o que aconteceu na semana alucinante de Abril de 2011 é que o BCE ameaçou interromper a cadeia de financiamento para forçar a aceitação do resgate pelo governo português. Ameaçando deixar de aceitar como colateral os títulos da dívida pública portuguesa detidos pelos bancos, o BCE ameaçava os bancos de corte de financiamento e os bancos respondiam ameaçando o Estado de idêntico procedimento. O BCE conseguiu impor a “ajuda”, como de resto já havia conseguido, usando meios semelhantes, na Grécia e na Irlanda, e veio a conseguir em Espanha e Chipre.
            O que queria o BCE?
            O que o BCE procurava garantir é que o Estado e os bancos continuassem a servir as suas dívidas. Entre dezembro de 2007 e Junho de 2012 o BCE emprestou aos bancos portugueses cerca de 60 mil milhões de euros. Com 78 mil milhões emprestados ao Estado e 60 mil milhões emprestados à banca, as instituições europeias compraram tempo. Tempo para quê? Olhando para a evolução das dívidas, pública e dos bancos, percebemos melhor (ver Gráficos 1 e 2).
            Em 2007, 75% da dívida pública portuguesa era detida por credores – bancos e fundos de pensões e de investimento – não residentes, isto é, sedeados no estrangeiro, e 25% por credores – bancos, fundos de investimento e particulares – residentes. No final de 2013, os credores não residentes já só detinham 23% da dívida pública. No seu lugar encontravam-se o FMI e os fundos da União Europeia (PAEF) e alguns credores residentes.
            Gráfico 1

            Fonte: IGCP, Banco de Portugal

            Gráfico 2

            Fonte: Banco de Portugal
            Também em 2007, quase 100% da dívida externa dos bancos portugueses era detida por bancos e outras instituições financeiras privadas. No final de 2013 o BCE havia tomado 40% da dívida anteriormente detida por estas instituições privadas.
            O que queria então, e efectivamente conseguiu, o BCE? Garantir que os bancos e o Estado portugueses continuassem a servir pontualmente as suas dívidas, enquanto os bancos e fundos de investimento estrangeiros privados se livravam de títulos de dívida portugueses, públicos e privados, que se haviam tornado tóxicos. Quem foi então resgatado? Em primeiro lugar os bancos portugueses, beneficiários do crédito barato do BCE, em segundo lugar, os grandes bancos e fundos de investimento privados, em particular, os europeus.
            Quem não foi resgatado?
            Quem não foi resgatado foi, em primeiro lugar, o Estado português e os portugueses. O Estado português termina o resgate devendo mais 50 mil milhões de euros do que devia em março de 2011 e com uma economia que regrediu para os níveis de 2001. Mais pobre para servir uma dívida maior.
            Para o serviço da dívida pública ser possível no futuro, seria necessário prolongar a austeridade e seria também preciso que a economia crescesse apesar da austeridade. Mais difícil ainda, na realidade impossível, seria tentar cumprir as condições do Tratado Orçamental. O Presidente da República não se engana muito quando no seu Prefácio aos Roteiros escreveu: “Pressupondo um crescimento anual do produto nominal de 4% e uma taxa de juro implícita da dívida pública de 4%, para atingir, em 2035, o valor de referência de 60% para o rácio da dívida, seria necessário que o saldo orçamental primário do orçamento registasse, em média, um excedente primário anual de cerca de 3% do PIB”.
            Mas isto são pressupostos. Não sabemos se Presidente acredita que seja possível obter taxas de crescimento nominais superiores a 4% durante tantos anos ao mesmo tempo que orçamento é comprimido para dele serem extraídos juros e reembolsos da dívida. Acredite ou não, comporta-se como se acreditasse, e tudo faz para que exista durante muitos anos um governo que tente cumprir o Tratado.
            Quem não foi resgatado, em segundo lugar, foram os cidadãos dos países da zona euro. Quando um dia as dívidas da Grécia, da Irlanda, de Portugal, de Espanha, de Chipre – ou pelo menos de algum destes países – deixarem de ser pagas, porque a economia não as pode simplesmente suportar, a factura será apresentada aos cidadãos. Nessa altura, as dívidas incumpridas levarão ao accionamento das garantias prestadas aos fundos da União Europeia e a perdas do BCE que os governos podem querer tomar como suas. Restará então fazer os cidadãos europeus pagar em cortes e impostos.
            O que foi então o resgate? Dívidas, a maior parte privadas, tornadas públicas. Cidadãos europeus transformados em reféns da maior fraude financeira de todos os tempos.
            Carta à Alemanha
            No dia 1 de Novembro de 2012, aquando da visita da senhora Merkel a Portugal, publiquei na página da internet na Iniciativa para a Auditoria Cidadã à Dívida Pública uma “Carta à Alemanha”. A carta, que transcrevo abaixo, contínua actual.
            “Senhora Merkel, Chancelerina da Alemanha
            Venho pedir-lhe, por ocasião da visita que em breve nos fará, para levar consigo na partida uma breve mensagem aos seus concidadãos. Eis o que gostava que lhes transmitisse.
            Sabemos que na década passada os vossos governos vos disseram que tinham de abrir mão de parte dos salários para preservar o futuro do vosso Estado Social. Disseram-vos, e vocês acreditaram, que se prescindissem de uma pequena parte do rendimento presente vos tornaríeis “mais competitivos” e que, dessa forma, o vosso país poderia obter uma poupança capaz de sustentar as vossas pensões e os direitos sociais dos vossos filhos no futuro.
            Sabemos que a década passada não foi fácil para vós e que o vosso país se tornou desde então menos bonito e mais desigual. Sabemos também que o objectivo pretendido foi conseguido. Que a Alemanha se tornou “mais competitiva”, exportou muito, importou menos e mais barato, conseguiu grandes excedentes da balança de pagamentos e acumulou poupança nos vossos bancos.
            Nós sabemos, mas vocês talvez não saibam, porque isso não vos é dito pelos vossos dirigentes, que esse dinheiro acumulado nos vossos bancos, foi por eles aplicado, à falta de melhor alternativa, em empréstimos a baixo juro aos bancos do sul da Europa, entre os quais os bancos portugueses, e por eles emprestado de novo com muita publicidade e matreirice a famílias do sul cujos salários também não cresciam por aí além, mas que desejavam ter casa, carro e um modo de vida parecido com o vosso.
            As nossas economias sujeitas à concorrência criada pela globalização que tanto convinha às vossas empresas exportadoras cresciam pouco. Mas o crédito que os vossos bancos nos ofereciam, por intermédio dos nossos, lá ia permitindo que as nossas famílias tivessem acesso a bens de consumo, muitos deles com origem nas vossas empresas exportadoras. Durante algum tempo este estado de coisas parecia ser bom para todos.
            Quando em 2008 todas as bolhas começaram a estoirar, os vossos bancos descobriram que não podiam continuar a arriscar tanto e cortaram o crédito aos bancos do sul e mesmo aos Estados. Se a União Europeia não tivesse decidido que nenhum banco podia abrir falência, responsabilizando os Estados pelas dívidas bancárias, teríamos assistido a uma razia quer dos bancos endividados, quer dos bancos credores. Mas a UE decidiu que os governos iam “resgatar” os bancos e que depois ela própria, com o BCE e o FMI, “resgatariam” os Estados. Foi desta forma que os vossos bancos, que haviam emprestado a juros baixos para lá de todos os critérios de prudência, se salvaram eles próprios da falência. Foi assim que eles conseguiram continuar a cobrar os juros dos empréstimos e a obter a sua amortização. Doutra forma, teriam falido. Talvez vocês não saibam, mas os empréstimos concedidos à Grécia, à Irlanda e a Portugal são na realidade uma dívida imposta aos povos destes países para “resgatar” os vossos bancos.
            Talvez vocês não saibam também que até agora, os vossos Estados, todos vós como contribuintes, não gastaram um euro que fosse nos “resgates” à Grécia, à Irlanda e Portugal. Até agora o vosso governo concedeu garantias a um fundo europeu que emite dívida a taxas quase nulas para emprestar a 3% ou 4% aos países “resgatados”.
            Talvez vocês não saibam que em breve este estado de coisas se pode vir a alterar. A austeridade imposta em troca de empréstimos está a arrasar os países “resgatados”. Em breve, estes países, chegarão ao ponto em que terão de suspender o serviço da dívida. Nessa hora, haverá perdas, perdas pesadas para todos, contribuintes alemães incluídos.
            Talvez vocês não saibam, mas no final, todo o esforço que haveis feito na década passada para tornar a Alemanha “competitiva” e excedentária se pode esfumar num ápice. Afinal os vossos excedentes, são os nossos défices, os créditos dos vossos bancos são as nossas dívidas. Os vossos dirigentes deviam saber que uma economia é um sistema e que a economia do euro não é excepção. Quando as partes procuram obter vantagens à custa umas das outras, o resultado para o conjunto e cada uma delas não pode deixar de ser desastroso.
            Talvez vocês não saibam, mas os vossos dirigentes andam a enganar-vos há muito tempo.
            Perdoe-me senhora Merkel se entre uma e outra palavra deixei transparecer amargura em excesso. É que não sou capaz de o esconder: o espectáculo de uns povos contra outros é para mim insuportável, sobretudo quando afinal todos eles se debatem com um problema que é comum – o da finança que governa com governos ao serviço de 1% da população, como o seu e o nosso. À memória ocorrem-me tragédias passadas que deviam ser impensáveis. Concordará comigo pelo menos num ponto: é preciso evitar esses inomináveis regressos ao passado.”

          • Cipião Numantino da Boina,

            Nem mais, informação é coisa que os pafiosos abominam pois tem de a trabalhar, para elaborarem ideias sobre os assuntos.
            É muito mais fácil para eles recitarem o que lhes servem.
            Papagaios, não passam disso.

      • Lord Farquaad

        Ó estrupício, como é que ficamos, 1,4 é bom ou é mau??? é que querendo atribuir esses 1,4 à delegação da merdle que governou o meu país (não o deles) entre 2011-2015 você só pode estar a reconhecer que é bom certo???? e o crescimento de 1,9% no 4 trimestre, é obra do pissas e da bixa irrevogável traidora da pátria??? se você não fosse divertido achava que devia ir para um manicómio…

        • oleg

          não sejas ordinário

    • pjcm

      Burro ao fazer essa comparação! Descubra porquê! LOL

    • Observador

      À custa de que sacrifícios? Quer recordar?

    • ANONIMO

      1.46% = estimativa rápida do crescimento médio em 2015 (revista em alta para 1.6% meses mais tarde)
      1.4% = estimativa rápida do crescimento médio em 2016

      NOTA 1: média é calculada com um peso de 37.5% do que se passou no ano anterior.
      NOTA 2: média de 2015 foi beneficiada pelos bons +0.6% de variação em cadeia no 4º trimestre de 2014.
      NOTA 3: média de 2016 é prejudicada pelo péssimo +0.1% de variação em cadeia no 3º trimestre de 2015.

      1.26% = estimativa rápida do crescimento nos 12 meses de 2015 (revista mais tarde para 1.35%)
      1.9% = estimativa rápida do crescimento nos 12 meses de 2016.

      Desaceleração = tendência do crescimento em 2015.
      Aceleração = tendência em 2016, mesmo apesar de uma pior conjuntura externa.

      Quem ganha quando há sinais de recuperação económica? Ganham todos os portugueses!

  • QuartaClasse

    Acima das expectativas do governo?
    Deste governo que baseou o orçamento inicial num crescimento de 2,5%?
    Deste governo que depois de muita tareia de Bruxelas ainda previu 1,8%?
    Só se for acima das expectativas do governo após o 3.º trimestre.

    • pjcm

      Estimativas também tinha o rapazola do pin ao devolver 35% da sobretaxa do IRS lembras-te? lol

      • QuartaClasse

        Isso não foi uma estimativa.
        Foi um limite condicionado ao desempenho da colecta.

        • LUSITANO

          Ah sim??? Entáo quer dizer que a Albuquerque náo soube fazer as contas. Toma tino nessa cabeça. Pensas que não soubemos que o rapazola do pin pensava que conseguia enganar os portugueses ao prometer a devolução da sobretaxa, na campanha eleitoral às legislativas???

          • QuartaClasse

            Quais contas?
            Só se fosse bruxa.
            O que foi dito com muita transparência é que a devolução da sobretaxa ficaria condicionada à evolução das receitas, uma vez que não se poderia pôr o défice em causa com as devoluções sem conhecer as receitas futuras.
            É lógico e honesto.

          • LUSITANO

            Sabes lá o que dizes. Queres entao dizer que só repararam

    • Ternura dos quarenta.

      Vocês até espumam !

      • QuartaClasse

        A raiva é coisa da esquerda.
        Se este governo conseguir bons resultados, estarei cá para aplaudir.
        Mas não me peçam para aplaudir a mediocridade mal disfarçada..

        • Ternura dos quarenta.

          “… mediocridade mal disfarçada.. …”

          Isso foi no tempo da direitalha fascista de Passos e Marilú.

    • LUSITANO

      Diagnosticando o teu caso, chego a uma conclusão… Sofres de COTOVELITE!!!

      • QuartaClasse

        Nem disso nem de clubite, que é o seu mal.
        Acho ridículo que todos fiquem contentes com um retrocesso.

  • Alberto Martins

    “Parabéns aos que tiveram coragem de fazer crescer o PIB.contrariando as medidas do governo.”
    ó sr. José estou-me nas tintas para o costa e a geringonça mas esta sua pérola…parece aquele presidente de clube que quanto mais o clube se afunda e nada ganha mais ele vê o clube a ser enorme…

    • José, Província

      Infelizmente não estamos a falar de futebol. O sr é que acha que é a mesma coisa infelizmente também.

    • filipeconomista

      Agora parece que o governo farta-se de festejar derrotas!! Que mundo! Pobre povo.

  • filipeconomista

    Só BOAS NOTÍCIAS para o país? Em pouco mais de 6 meses os juros a 7 anos da dívida pública aumentaram 100%! 100%!

    – O país cresceu menos que o ano anterior.
    – A dívida aumentou.
    – O Investimento diminuiu.
    – Os atrasos nos pagamentos a fornecedores aumentaram.
    – A CGD esteve quase 1 anos sem direção.
    – A resolução BANIF ainda vai dar muito que falar.
    – Afinal os Bancos não entram na solução para os lesados do GES. Apenas nós!

    etc…

    É só motivos para celebrar por não ter sido PIOR?! Pobre povo.

    • oleg

      falta dizer que a CGD está falida irremediavelmente e que o buraco, talvez mais um poço sem fundo, já vai nos 15000 milhões.

    • José Pedro Nunes Ferreira

      Ò senhor economistafilipe, esqueceu 2 dados importantes, que pesam bastante no orçamento das famílias: O emprego aumentou e a taxa de desemprego tem vindo a diminuir sustentadamente.

      • oleg

        também aumentou o número de trabalhadores a ganhar o ordenado mínimo, já são mais de 30% no fundo do poço

        • José Pedro Nunes Ferreira

          Ó OLEG nunca estive no desemprego, pois saberia que é bem melhor um ordenado mínimo do que estar desempregado.

          • oleg

            então teríamos um desemprego de 33%?

      • filipeconomista

        Nem tudo é mau. Mas o futuro não parece nada auspicioso face ao que expus.

    • pjcm

      Aguenta!

    • Lord Farquaad

      O DESEMPREGO DIMINUIU
      O DÉFICE É O MENOR DA DEMOCRACIA PORTUGUESA
      O PIB CRESCEU -0,2 QUE O ANO ANTERIOR, QUE QUEBRA ESCABROSA!! A
      VÁ DAR BANHO À BIXA IRREVOGÁVEL TRAIDORA DA PÁTRIA!!!

  • Rui Azevedo

    Apesar de considerar este governo uma miséria, temos que reconhecer que é melhor crescer mais do que crescer menos. Independentemente dos méritos ou deméritos, é sempre melhor crescer mais.
    É claro que me preocupa mais o facto de termos assistido até agora a um aumento enorme do risco percepcionado pelos mercados sobre a nossa dívida. E é preocupante que o governo e o seu adjunto Marcelo andem todos contentes a fazer a festa, ignorando tudo o que não é boa notícia. Mas seria pior se o crescimento fosse ainda mais baixo.

    • filipeconomista

      Concordo. Mas é como festejar derrotas….

      • Rui Azevedo

        O Costa e o Marcelo passam a vida a fazer isso. Aliás, não deixa de ser curioso que o Marcelo, que está sempre pronto para comentar tudo imediatamente, ontem se tenha recusado a comentar a situação Centeno/CGD. Não é agradável, não se fala nisso.

    • oleg

      facto é que Portugal cresceu menos em 2016 que no ano anterior

      • Rui Azevedo

        Certo, é verdade. Mas seria ainda pior se crescesse menos. E também é verdade que este crescimento não invalida todos os restantes dados preocupantes.

      • Lord Farquaad

        São os custos de se cumprirem metas do défice, a seriedade por vezes tem custos, mas uma variação de -0,2 não é relevante, aliás, quem se contenta com isso e reclama para si uma vitória partidária tem muita mherda na cabeça

  • Claríssimo

    Enfim, não será o melhor dos mundos, mas, antes assim, do que o diabo a caminho.

  • AntiLib (Ex. Eu)

    O crescimento foi na 1.ª metade do ano influenciado pelas politicas do (des)governo anterior e por toda a instabilidade que o PSD tentou lançar sobre o empresariado nacional, obviamente acelerou na fase final do ano quando as politicas do actual governo se começaram a fazer sentir. Não fosse a má influência inicial e provavelmente tínhamos tido um crescimento a roçar os 2%.

  • AntiLib (Ex. Eu)

    Pelos que vamos vendo este é dos poucos governos que em 42 anos consegue cumprir as principais metas orçamentais, senão mesmo ultrapassar algumas.

    • Paulo

      Sem executar o previsto no Orçamento. É obra. Mas também uma certa dose de sorte com o turismo e à custa do crescimento da economia.

      • Lord Farquaad

        O turismo agora é sorte??? Nos anos anteriores não era?? ahahahaha Já agora, deve estar mal habituado com os anos da delegação da merdle que governou o meu país (não o deles) entre 2011-2015, pois aí foram rectificativos e orçamentos inconstitucionais a dar com pau!!! A REALIDADE DÓI NÉ?!?!

        • Paulo

          Blair, Bush e Barroso são os obreiros do acréscimo de turismo em Portugal.

          • Lord Farquaad

            Não, somos um destino realmente atractivo. Porque raio Espanha tem de ser o 2/3 destino mais visitado do Mundo, e nós, vizinhos não teríamos nenhuma dessa atractividade??? Sabe o porquê deste boom todo? Deve-se a mentalidades como a sua. Os portugueses nunca se promoveram como por ex os espanhóis, que se acham os maiores. Tiveram que ser os de fora a descobrir-nos. Isso atrasou em 2 décadas o nosso crescimento turístico. Esta falta de auto-estima deste povinho vagabundo é fatal para Portugal….

  • Born in 1960

    Será que o Diabo anunciado é isto: Défice abaixo dos 2,3%; PIB – 1,4%; Taxa de desemprego – 11,1%; Taxa de emprego – 52%; Dívida – 130,2%?

  • Henrique Costa

    O título é mesmo enganoso. Portugal cresceu 0,6% no último trimestre!!! Em português, quando se diz que se cresceu num período é sempre em relação ao período anterior e não ao homólogo! Claro que foi à custa de despejar dinheiro nos funcionários públicos mas isso interessa lá alguma coisa? Não são eles que vão pagar a factura…

    • pjcm

      Parvalhão, os funcionários públicos ficaram sem sub de férias e sem sub de natal em 2012 lembras-te? Aziado sem carácter! E esse emblema? estás a envergonhar a briosa com essa conversa de café. Acaba lá a mine que tens mais uns tijolos para assentar!

      • Henrique Costa

        É INACEITÁVEL que pessoas como tu possam publicar comentários tão desprezíveis nestes sítios. Espero que o JE tome acções!

        • pjcm

          Só dizes asneiras que resposta esperavas?

          • QuartaClasse

            FP.

          • pjcm

            Funcionário Público?

          • QuartaClasse

            Sim, é o pior adjectivo que me ocorre para os xupistas que andam por aqui com comentários como os seus.

          • diogo

            e a pior das notícias para si e todos da sua laia é este assumir, por parte de Bruxelas, que estavam errados em relação ao nosso atual governo, como, AINDA, antevê MAIS e MELHOR do que por aqui se orçamentou (por mera precaução, face à contingência internacional)

          • QuartaClasse

            O Centeno apresentou 2,5% de previsão a Bruxelas para o orçamento de 2016.
            Bruxelas riu-se e mantou-o ter juízo.
            O Centeno engoliu o sapo e colocou 1,8% no orçamento.
            Bruxelas continuou a dizer que era muito optimista.
            A longo do ano, a coisa estabilizou nos 1,2%.
            Bruxelas tinha razão.
            E tinham razão também todos aqueles que acusaram o Centeno de viver na Lua.
            Acabámos com 1,4% graças a um Natal de compras desenfreadas pelos funcionários públicos, na sua maioria importações que empobrecem o país.

            Não percebo como é que alguém pode estar satisfeito.

          • pjcm

            ahahahahahahah deficiência cognitiva de aziado só pode! Ca ganda película que estás a ver ó meu!
            Esse pó está estragado! Snifa antes um Rennie !

          • QuartaClasse

            Não esperava que me desse razão, nem com factos históricos.
            Sois todos mulas manhosas.

          • diogo

            ah afinal o que ontem mesmo vimos e ouvimos o comissário europeu a dizer nas televisões era um embuste, uma mentira… o que você escreve é que é certo… entendido!…LOLOL
            E os bebes vêm de França no bico de uma cegonha…LOLOLOL

          • QuartaClasse

            Seja honesto.
            Comparando com as previsões de há 3 meses, 1,4% é óptimo.
            Comparando com as previsões deste governo no início de 2016, 1,4% é péssimo.
            Comparando com 2015, é mau.

          • diogo

            honesto é coisa que você deveria ser e, está à vista de todos, NÃO É!!!

      • QuartaClasse

        Pois ficaram, e não deviam voltar a recebê-los enquanto existir défice.
        Cada euro de défice custará em média 1,4 euros aos contribuintes.

        • pjcm

          Quando é que fizeste a 4ª classe? Foi de noite?

    • pjcm

      Queres que te faça um desenho?

      O crescimento da economia portuguesa foi de 1,4% no conjunto de 2016, segundo dados publicados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No último trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB) fixou-se nos 1,9%, em relação ao período homólogo, e nos 1,6% face ao trimestre anterior.

  • Português

    Ou seja, crescimento económico de 2016 bem abaixo dos 1,8%, inscrito no OE2016, tal como já se esperava. O valor fica também abaixo do valor de 2015 do governo anterior (1,6%), logo a tal aposta no crescimento económico pelo aumento do consumo cai por terra, tal como se esperava. Mas o pior é que AS EXPECTATIVAS ATÉ 2018 NÃO MELHORAM, ou seja, espera-se um crescimento económico ainda abaixo do crescimento apresentado em 2015 pelo anterior governo, que estava a tentar sair de uma bancarrota socialista.
    Além disso, o factor Turismo foi quem “ajudou” a que o valor do crescimento económico não fosse ainda mais reduzido. A questão é que o Turismo é um factor muito instável, que depende de muitas variáveis. Tivemos sorte com a infelicidade de alguns países mas…isto não dura para sempre.

    Ora, se no final de 2018 se prevê que o crescimento ande nos 1,5%, ou seja, o país não criará mais riqueza, ENTÃO O QUE ESTÃO LÁ A FAZER ESTES QUE NOS GOVERNAM?

    • Anti -lixoxuxa

      Contar com o crescimento do turismo é uma enorme incerteza que muita gente não percebe.
      Basta um ataque terrorista islâmico ou o aumento da crise e pronto acaba-se o turismo aqui , retração e ai vamos crescer por onde se as famílias já estão sobre endividadas.

  • Cipião Numantino da Boina,

    Ofereço estes números aos apoiantes do pafioso de Massamá.
    As vossas profecias da desgraça falharam, só lhes resta mesmo um caminho pintarem a cara de negro, e continuarem a recitar as vossas desgraças.
    Cada dia que passa é mais uma falácia para as hostes pafiosas.

    • QuartaClasse

      Fique lá com eles, porque são mesmo maus.

      • Observador

        Segundo Bruxelas, a Comissão Europeia e afins estes números são bons. Bruxelas inclusive prevê um crescimento para 2017 superior ao do governo nacional! São maus porque não quer, não gosta ou lá mais porquê?

        • QuartaClasse

          Tudo o que é pior do que o anterior é mau.

          • Cipião Numantino da Boina,

            Resposta de um tonto, sem qualquer conhecimento do que fala.

          • QuartaClasse

            Quer apostar em como não há “natal” no primeiro trimestre de 2017?

          • Cipião Numantino da Boina,

            Só um direitolo, é que não sabe que Natal é quando um homem quiser.

          • QuartaClasse

            Natal à custa do contribuinte para a função pública com o PS no governo é todos os dias.
            Mas eu referia-me ao “natal” do consumo que faz crescer PIB.

          • Cipião Numantino da Boina,

            A sério começou no dia 1 de Outubro de 2016, e tudo graças ao governo ter revertido os roubos do governo anterior.
            E esta meu percebeste, o Natal começou em Outubro.

          • QuartaClasse

            Tem noção do animal que se torna quando usa o termo “roubos” ao referir-se aos cortes de despesa e aumentos de impostos que foram necessários para equilibrar as contas do estado?
            Em vez de acusar o Passos de roubar, você devia ter muito respeito pelo político que foi obrigado a tomar medidas tão impopulares e não hesitou em prejudicar a sua imagem para fazer o que tinha de ser feito.
            O ser humano raciocina e deduz.
            O animal irracional limita-se a defender o seu interesse.
            Você é claramente um animal irracional.

          • Cipião Numantino da Boina,

            Tem uma noção nas centenas de pessoas que se suicidaram, por ter perdido o seu posto de trabalho, por não terem dinheiro para dar de comer aos filhos, quantos morreram por não terem dinheiro para comprar medicamentos, quantos sofreram pela incompetência desse homem.
            Em que país vive, não deve de ser em Portugal, ou então vive de barriga cheia, nem repara nos que vivem a seu lado com necessidades e privações.
            Se eu fosse um animal irracional, não era um humanista.
            Que põe o bem das pessoas à frente das minhas prioridades.
            Já você é um pobre que por mais dinheiro que tenha, não passa de um indigente de espírito, caso não perceba o que eu lhe estou a dizer, peça a alguém que lhe explique.

          • QuartaClasse

            Isso é mesmo baixo.

            Digo-lhe isto: quanto mais tarde apertarmos o cinto a sério, mas a sério mesmo com o estado a gastar menos 10.000.000.000 por ano do que gasta actualmente, mais desgraças acontecerão quando nos disserem: “desenrasquem-se porque não emprestamos mais”.

            Podemos sempre dizer que não pagamos a dívida, mas qualquer pessoa com 2 dedos de testa percebe que isso só aumentaria as desgraças a prazo.

          • Cipião Numantino da Boina,

            Desisto foi isso que lhe ensinaram a recitar e dai não passa nem entende.
            Desculpe tenho mais que fazer. Mas digo você é digno de pena.

          • QuartaClasse

            Ninguém me ensinou nada e não rezo a partido nenhum.
            Sabe qual é o seu mal?
            Quer um pai que não pode nem deve sê-lo.
            Faça-se à vida e deixe de pedir ao estado.

          • QuartaClasse

            E não se esqueça culpar os verdadeiros culpados.
            Matar o mensageiro não mata a notícia.

          • Cipião Numantino da Boina,

            Isso é conversa de ignorante e eu detesto perder tempo com gente que nem calcula, do que fala.

          • QuartaClasse

            Ignoro muito, certamente, mas consigo deduzir o básico que você não consegue.
            Entre o mau hoje e o pior amanhã, prefiro sempre o mau hoje.

          • Cipião Numantino da Boina,

            Nem o básico, é perceptível os básicos apenas precisam de decorar o que lhe ensinam e de seguida papaguear.

          • QuartaClasse

            Humanista?
            Você é um carrasco!
            Dívida mata!
            Até o seu avô sabia disso.

            Humanista sou eu, mas não dou peixe a ninguém.
            Ensino-os a pescar e é se querem.

            Vocês, os autodenominados humanistas, insultam o intelecto humano todos os dias ao considerarem que as pessoas são umas pobres incapazes que não viveriam sem a ajuda do pai Estado.
            No fundo, você é igualzinho ao Salazar.

          • pjcm

            O crescimento da economia portuguesa foi de 1,4% no conjunto de 2016, segundo dados publicados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No último trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB) fixou-se nos 1,9%, em relação ao período homólogo, e nos 1,6% face ao trimestre anterior. lol

          • QuartaClasse

            Acabámos com 1,4% graças a um Natal de compras desenfreadas pelos
            funcionários públicos, na sua maioria importações que empobrecem o país.
            Fique satisfeito à vontade.
            Eu fico ainda mais receoso.

        • diogo

          porque essa coisa é uma “quartaclasse” na perfeita ignorância de tudo, mas a pensar que é um “doutor”
          Além disso, é um dos muitos assalariados do psd, que não sabe o que diz, que fala à toa, sem nenhuma sustentação, sem absolutamente nenhuma lógica.
          O objetivo deste e de muitos outros não é – NUNCA FOI – contribuir para uma construtiva troca de ideias aqui, mas APENAS E SÓ causar ruido, perturbar, insultar, trazer o disparate como forma de cansar e mal dizer como cartilha

      • Cipião Numantino da Boina,

        São maus, porque não são seus e porque foi isso que lhe mandaram escrever.
        Ressabiado.

  • Kavkaz

    O crescimento foi de 1,4 % e o título fala em 1,9 %. Ai, o meu cabeço…

    • Observador

      1,9% do PIB, crescimento comparado ao período homólogo ou seja ao último trimestre de 2015 ( 1,4% )! Onde está a dúvida?

      • pjcm

        ele Kavkaz junta as letras mas não compreende! é azia e escreve o que lhe mandam! lol

        • Kavkaz

          Sabichão de tretas…

          • pjcm

            Tem que ser a notícia e não só o título !

          • pjcm

            O crescimento da economia portuguesa foi de 1,4% no conjunto de 2016, segundo dados publicados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). No último trimestre do ano, o Produto Interno Bruto (PIB) fixou-se nos 1,9%, em relação ao período homólogo, e nos 1,6% face ao trimestre anterior.

      • Kavkaz

        Pelo título, o final de 2016 será ano completo. O aumento do ano todo em relação ao ano anterior é de 1,4 %. O título não diz que 1,9 % é só do trimestre de 2016

        • Kavkaz

          Corrijo: O título não diz que 1,9 % é só do 4º trimestre de 2016

  • Calma malta…

    O que crescemos no ultimo trimestre poderíamos ter crescido nos outros e ate mais, não fossem os erros deste governo… imaginem sem os erros de aumentar a despesa do estado o que estaríamos a crescer… se não tivessem assustado os investidores e o investimento estrangeiro o que estaríamos a crescer….

    • Cipião Numantino da Boina,

      Ver este a perorar, como se percebe-se do que fala.
      É o mesmo que ver um papagaio a cantar o hino do PSD.
      Como se as condições de 2015, não tivessem mudado em relação a 2016 e o mesmo acontecerá em relação a 2017.
      Mas coitados recitam o que lhe mandam, não pensam no que dizem.

    • diogo

      espantoso LOLOLOL
      por que não lhe entregam o prémio nobel da economia a si???
      LOLOLOL
      como se consegue olhar para o oceano e dizer que é o céu?….LOLOL

    • LUSITANO

      Não me faças rir. Esse teu post está atrasado um ano e e três meses. Isso era o que devias ter escrito, quando O Governo Pafiento de Passos e de Portas não cumpriram as metas acordadas com Bruxelas, quando tiveram em cada ano de governação de aprovar dois Orçamentos rectificativos para sustentarem o Orçamento de Estado que, em cada ano aprovavam; dos 28% de aumento da Dívida Pública quando fizeram a receita aumentar à custa de colossais aumentos de impostos e de cortes nos salários, nas pensões, nos subsídios de Natal, de Férias, e, imagine-se, nos subsidios de desemprego e de doença. Por isso, meu caro… Rende-te! Rende-te à evidência de estarmos a ser governados por gente que consegue cumprir as metas estabelecidas e por um outro caminho que não o da austeridade, que tanto Passos Coelho gostava de trilhar acocorando-se aos interesses de Berlim.

    • filipeconomista

      Certo é que o PS previa que se tivéssemos um governo PSD-CDS cresceríamos apenas 1,7%.

      1,7% que até ver ainda é maior que 1,4%

      • pjcm

        Aguenta!

        • filipeconomista

          Perdeu-se?

  • Ternura dos quarenta.

    Passos com amargos de boca ! Até espuma o fascista !

  • Ternura dos quarenta.

    E com os 1,9% em que fechou 2016, estima-se que o Crescimento esteja a subir vertiginosamente.

  • Arlindo

    “””Sim, o défice lá se vai balizando nos valores impostos, mas à custa
    de receitas extraordinárias, do incumprimento das obrigações do Estado e
    do fortíssimo desinvestimento público. Dá vontade de perguntar onde
    estão hoje os que criticavam a obsessão com o défice e as incontáveis
    virtudes do investimento público, a par do estímulo ao consumo interno
    como motor de relançamento da economia.

    O governo de Passos Coelho desceu o défice dos dois dígitos
    socráticos para os valores conhecidos, sem lesar o País, ou os
    Portugueses, num quarto do que Costa já fez em pouco mais de um ano. É
    verdade que o fez sob a feroz contestação das forças instrumentais da
    esquerda, que hoje se recolhem nos gabinetes num silêncio ensurdecedor. É
    verdade que a comunicação não esteve entre as suas prioridades, e
    deveria ter estado. É verdade que alguma flexibilidade no acessório lhe
    poderia ter dado maior amplitude de acção no essencial. Mas também é
    verdade que a esquerda e as suas corporações não perdoam a quem exerce o
    poder que se arrogam como seu por natureza.

    No fim de tudo, com o país transformado numa selva, continuo profundamente intrigado. De que riem tanto Costa, Centeno e Marcelo?”””””””

    • diogo

      em qualquer farmácia perto de si encontrará excelentes anti-ácidos

      • Arlindo

        Olha, o confuso parolito apareceu e logo a tentar manipular na direcao que mais entende. Ou seja, juntem-se a esta pessoa com graves problemas tecnicos sem conserto. Devias ser hospitalizado na Siria. ah!ah!

        • diogo

          espero que goste de surpresas…

          • Arlindo

            sim , mas nem de todas!

    • LUSITANO

      Ja diz o nosso povo, um ditado que se aplica bem ao que acabas de escrever… De facto, Cantas bem, mas náo me agradas. Certamente que te esqueces os motivos porque o défice subiu em flecha nos últimos tempos de Governo de Sócrates? Certamente te esqueceste ou fazes-te esquecido que o chumbo do PEC 4 não só atirou o rating da nossa dívida para o nivel de lixo, como, fez os juros da nossa dívida dispararem e, até fazer o défice subir esponencialmente. Mais, se fosses intelectualmente honesto, náo te fazias esquecido disso nem de que o Governo de Sócrates se demitiu assim que o PSD e o CDS chumbaram o PEC 4. Foram Passos, Portas e esse Cavaco que não deixa saudades a ninguém que disseram que apesar do Governo estar em gestão, tinha toda a capacidade para negociar a intervenção estrangeira. Intervenção essa que Passos e a Coligação Pafienta chamava de “ajuda externa”. Dizes que, depois, o Passos desceu o défice??? Mas á custa de quê??? È pena náo o dizeres. Porém se é verdade que ele desceu o Défice que ele próprio fez levedar, nunca, mas nunca foi capaz de cumprir uma meta que fosse. Nem mesmo a do défice, tendo deixado o poder com um défice de 4,4%.

      • Arlindo

        Valta para a tasca de onde vieste.

        • LUSITANO

          São esses os seus argumentos. Esta confundido, náo sou o seu paizinho.

          • Arlindo

            Sao os argumentos que se aplicam a idiotas como tu.

          • LUSITANO

            Já te disse. Não sou o teu paizinho. Por isso nada de confusões. E já agora, baza… Porque a hora da choldra terminou.

          • Arlindo

            So podes ser pai de vacas saloias. Vai trabalhar charlatao vadio se es capaz. De outra maneira ate ja

      • Arlindo

        Dados tendenciosos. , os restantes países da UE não se endividaram tanto como Portugal, à
        excepção da Grécia e da Irlanda. A dúvida de Portugal subiu 30% de 2008 a
        2011, enquanto em Espanha subiu apenas 17%, na Alemanha e na França 15%
        e na Itália 13% (alguns exemplos), Portanto, ilibar um certo senhor que
        está neste momento em vias de xilindró, suspeito (para mim acusado) precisamente de ter sacado
        dinheiro ao Estado, é ser muito “patinho” Ai a culpa é toda da crise
        internacional e do PSD Se assim fosse, não haveria uma disparidade tão grande
        entre
        a subida da nossa dívida e a subida da maioria dos países da UE.
        Tiras-te isso de um blog que era pago pelo 44 o amigos? Ou será que
        este também o era e ninguém sabe…Por acaso sabes o que e governar em
        emergência? Sem dúvida que o país já saiu da emergência. E agora,
        entramos na prática do charlatanismo. Mais nada a dizer.

        • LUSITANO

          Vejo que os dados tendenciosos vèm da sua parte… Vá lá vera evolução da Divida Pulica nos paises da UE em 2009 e 2010 quando Duráo Barroso esse destacado militantes do PSD, entáo presidente da COmissáo Europeia, veio pedir aos Estados-membros que se endividassem para que a economia europeia náo se afundasse.

          • Arlindo

            Agora deste-lhe, misturas ervilhas de cheiro com merdelhim… passaste todas as espectativas de te recuperares.

          • LUSITANO

            Pobrezito, à falta de argumentos, vens para aqui debitar os teus porcos vícios.

          • Arlindo

            Andas a beber muito para pensares que argumento as merdddd que escreveste. So tenho a dizer te, vai trabalhar charlatao vadio se es capaz. De outra meneira , ate ja.

          • LUSITANO

            Qual foi a parte do meu último post que náo percebeste??? Baza!! Vai lá brincar com os da tua laia. Já que de política e do país de nada sabes. Quanto aos qualificativos, já te disse, nãos ou o teu paizinho para me qualificares como tal. Por isso., volto a repetir, BAZA!!!

          • Arlindo

            Voltas-te, como sempre os charlatoes vadios sao assim. ate ja

  • Born in 1960

    EVOLUÇÃO DO PIB EM 10 ANOS

    4.º Trimestre de 2016 – 1,9
    3.º Trimestre de 2016 – 1,6
    2.º Trimestre de 2016 – 0,9
    1.º Trimestre de 2016 – 0,9

    4.º Trimestre de 2015 – 1,4
    3.º Trimestre de 2015 – 1,6
    2.º Trimestre de 2015 – 1,7
    1.º Trimestre de 2015 – 1,7

    4.º Trimestre de 2014 – 0,7
    3.º Trimestre de 2014 – 1
    2.º Trimestre de 2014 – 0,8
    1.º Trimestre de 2014 – 1,1

    4.º Trimestre de 2013 – 1,9
    3.º Trimestre de 2013 – -0,8
    2.º Trimestre de 2013 – -1,7
    1.º Trimestre de 2013 – -3,8

    4.º Trimestre de 2012 – -4,5
    3.º Trimestre de 2012 – -4,4
    2.º Trimestre de 2012 – -4,1
    1.º Trimestre de 2012 – -3,2

    4.º Trimestre de 2011 – -3,5
    3.º Trimestre de 2011 – -2,2
    2.º Trimestre de 2011 – -1,3
    1.º Trimestre de 2011 – -0,3

    4.º Trimestre de 2010 – 1,4
    3.º Trimestre de 2010 – 1,7
    2.º Trimestre de 2010 – 2,5
    1.º Trimestre de 2010 – 2

    4.º Trimestre de 2009 – -1,3
    3.º Trimestre de 2009 – -2,6
    2.º Trimestre de 2009 – -3,7
    1.º Trimestre de 2009 – -4,3

    4.º Trimestre de 2008 – -2
    3.º Trimestre de 2008 – 0,4
    2.º Trimestre de 2008 – 0,8
    1.º Trimestre de 2008 – 1,7

    4.º Trimestre de 2007 – 2,8
    3.º Trimestre de 2007 – 2,4
    2.º Trimestre de 2007 – 2,1
    1.º Trimestre de 2007 – 2,6

    • QuartaClasse

      Vê-se claramente o efeito negativo do despesismo do cretino e agora da geringonça.
      O Pai Natal de Dezembro de 2016 já foi e só volta no fim do ano.

      • Born in 1960

        Que despesismo? Pagamento ao FMI?

        • QuartaClasse

          Despesismo em funcionários públicos com devoluções que o país ainda não pode pagar.
          Cada euro de défice custará em média 1,4 euros aos contribuintes.

          • Born in 1960

            É apologista pela escravatura. Aos funcionários públicos foi feita justiça, porque não se alteram contratos de trabalho, sem contrapartidas. O que o governo anterior fez, se fosse feito por algum privado, estaria em Tribunal a pagar indemnizações aos trabalhadores. Porque aumentar as horas de trabalho e cortar nos salários, só mesmo numa ditadura, seja de esquerda ou de direita.

  • Isabel Rocha

    Se nao fosse o turismo nem 1% cresciamos!!!!!

    • QuartaClasse

      Pode tirar o “1%” da frase.