“Olá, Siri, Alexa e Google. Estão a espiar-me?”. O que respondem os assistentes virtuais da Apple, Amazon e Google?

Um jornalista da CNBC questionou os três serviços de inteligência artificial mais populares no mercado sobre se estes estariam a vigiá-lo. O objetivo foi o de saber como os produtores destes assistentes virtuais esclarecem utilizadores acerca do tratamento das suas informações. Veja as respostas

As multinacionais norte-americanas Amazon, Google e Apple têm serviços de inteligência artificial que podem dar assistência nas mais diversas atividades do dia a dia. Com o recente escândalo do roubo de informação da rede social Facebook através da consultora Cambridge Analytica, e com o debate em torno da proteção de dados, será interessante saber se de alguma forma existe vigilância naquilo que fazemos.

A estação de televisão norte-americana CNBC resolveu procurar uma resposta, questionando os três serviços de inteligência artificial mais populares no mercado sobre se estes estariam a vigiá-lo. Um jornalista perguntou à Siri, à Alexa e ao Google Assistant se estava a ser “espiado”. Eis as repostas:

“Olá, Alexa. Estás a espiar-me?”
O Alexa é um sistema de assistência por via de inteligência artificial produzido e comercializado pela Amazon, desde 2014. Alexa respondeu: “Apenas envio o áudio  para a Amazon quando estou em atividade. para mais informações e consultar a política de privacidade da Amazon, visite a secção ‘ajuda’ da aplicação Alexa”.

“Olá, Google. Estás a espiar-me?”

A Google criou um assistente virtual em 2016. Ainda não está disponível em Portugal, mas a aplicação já marca a diferença em 80 países e fala 30 idiomas diferentes. À questão da CNBC, o Google Assistant respondeu: “A sua segurança é a prioridade em tudo o que a Google faz. É importante a Google manter em segurança e privadas as suas informações, controladas por si”.

“Olá, Siri. Estás a espiar-me?”
“Não”, respondeu o assistente virtual criado pela Apple, em 2011.

Ao contrário do programa da Apple, o Google Assistant e o assistente virtual Alexa não direcionam os utilizadores para as suas páginas de privacidades, concluiu o jornalista da CNBC responsável pelo inquérito, Todd Haselton. A resposta da Siri é simples e direta, mas não fornece qualquer informação aos utilizadores sobre onde pode saber mais sobre o que acontece às suas informações, apercebeu-se ainda disso o entrevistador.




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