Marcelo promulgou quatro diplomas enquanto estava internado

Marcelo Rebelo de Sousa deu o 'sim', ontem à noite, 28 de dezembro, a quatro diplomas do Governo. O chefe de Estado ainda se encontra no Hospital Curry Cabral, depois de uma cirurgia a uma hérnia umbilical.

O Presidente da República promulgou quatro diplomas enquanto estava internado no hospital Curry Cabral, em Lisboa, depois de ter sido submetido a uma cirurgia a uma hérnia umbilical que ficou encarcerada.. A informação foi transmitida esta sexta-feira de manhã numa nota da Presidência da República.

Marcelo Rebelo de Sousa deu o ‘sim’, ontem à noite, 28 de dezembro, aos diplomas do Governo para reclassificar como Monumento Nacional o conjunto denominado Palace Hotel do Buçaco e mata envolvente, bem como a Paisagem Cultural do Sistelo.

Além disso, o Presidente da República aprovou o Acordo entre a República Portuguesa e a República Francesa sobre a Assistência e a Cooperação no Domínio da Proteção Civil e promulgou o diploma que regulamenta o Decreto-Lei n.º 57/2016, de 29 de agosto, alterado pela Lei n.º 57/2017, de 19 de julho.

“Na sequência das dúvidas suscitadas aquando da promulgação do Decreto-Lei que o presente diploma vem regulamentar e da sua alteração por ratificação parlamentar, também este decreto levanta dúvidas quanto à paridade de tratamento. No entanto, para que se não gere uma situação mais complexa do que a vigente, o Presidente da República promulgou o diploma que (…) aprova um regime de contratação de doutorados destinado a estimular o emprego científico e tecnológico em todas as áreas do conhecimento”, salienta o mesmo comunicado.

Marcelo Rebelo de Sousa foi esta quinta-feira operado com sucesso pela equipa do médico Eduardo Barroso. A intervenção cirúrgica, que estava inicialmente prevista para 4 de janeiro, demorou cerca de uma hora e meia. Segundo os responsáveis da unidade hospital, o pós-operatório está a decorrer sem problemas e prevê-se que possa ter alta antes do réveillon. Amanhã será emitido um novo boletim clínico. Na sequência do internamento de, pelo menos, dois dias, o Chefe do Estado português cancelou a agenda e as deslocações entre 28 de dezembro e 1 de janeiro.



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