Lisboa e Madeira dão sinais de possível entendimento quanto ao novo hospital

Grupo de Trabalho voltou a reunir, esta quinta-feira, após meses de interrupção. Do encontro, ressaltou a "vontade de cooperar dos representantes do Governo da República".

O Grupo de Trabalho do novo Hospital Central da Madeira voltou a reunir, esta quinta-feira, após meses de interrupção, um encontro classificado como “decisivo” para a consolidação e o acerto da cooperação entre os governos da República e da Madeira.

“Das principais conclusões da reunião de hoje sobressai a abertura e vontade de cooperar dos representantes do Governo da República neste processo, que é de importância fundamental para os madeirenses e portossantenses”, afirmou, em comunicado, a vice-presidência do Governo Regional.

Na ordem de trabalhos, os membros regionais – José Manuel Ventura Garcês, Roman Feliciano Neto, Mário Filipe Soares Rodrigues e Ricardo Reis – levaram a Lisboa a pretensão de inscrição no Orçamento da República, ainda este ano, de uma verba simbólica de um milhão de euros que viabilize a abertura do Concurso Público Internacional para a empreitada de obra pública em 2018.

Foi também requerido ao Governo da República que inscreva no Orçamento de Estado, até 2024, as verbas plurianuais relativas à obra e, a partir de 2022, as verbas plurianuais destinadas à aquisição de equipamentos, sendo que os montantes da República e da Madeira devem ser atribuídos em partes iguais.

Ambas as partes concordam que o Banco Europeu de Investimento (BEI) poderá ser uma das fontes de financiamento da futura infraestrutura hospitalar, tendo os representantes regionais informado que a opção do executivo madeirense para a construção do novo Hospital, deverá ser feita através de concurso público internacional com prévia qualificação.

O grupo de trabalho volta a reunir a 7 de junho. Até lá, diz a tutela de Pedro Calado, “deverá haver uma intensa troca de dados técnicos entre os membros nacionais e regionais”.






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