Incêndios: Costa defende uma maior mobilização “contra comportamentos de risco”

O chefe do Executivo socialista garante que já estão em curso medidas para ampliar a vigilância das florestas e lembra que "98% dos incêndios que ocorrem em Portugal têm origem humana".

Reuters

O primeiro-ministro, António Costa, defende que é preciso uma maior mobilização e empenho de todos “contra os comportamentos de risco” para prevenir novas catástrofes como a dos incêndios do ano passado. O chefe do Executivo socialista garante que já estão em curso medidas para ampliar a vigilância das florestas e lembra que “98% dos incêndios que ocorrem em Portugal têm origem humana”.

Durante a apresentação do Programa Nacional de Redução de Ignições de Incêndios Rurais, que decorreu esta segunda-feira, António Costa afirmou que “menos combustível, menos comportamentos de risco e mais vigilância” são posturas e atitudes, mas “também desafios” que todos devem assumir. O líder socialista lembra que grande parte dos incêndios é intencional, mas muitos resultam de descuido e da “imprevidência de cada um de nós”.

Tendo em conta essa situação, António Costa recomenda que se evitem “comportamentos de risco” que são “imprevidentes e que causam tragédias indesejadas”. O líder do Governo considera que é preciso continuar a controlar as práticas de “queimas e queimadas” e garante que o país dispõe de 55 novos vigilantes da natureza e 500 novos efetivos no Grupo de Intervenção Proteção e Socorro da GNR.

O primeiro-ministro sublinhou que a prevenção é a melhor solução e aquela que “permite que essas forças cheguem mais cedo”, defendendo “um aumento da eficiência da primeira intervenção”.




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