EUA e China reforçam relações comerciais para reduzir défice

"Não se trata apenas de acordos comerciais, mas antes de melhorar a capacidade das empresas e produtos norte-americanos para competir no mercado chinês", afirma o secretário do Comércio norte-americano, Wilbur Ross.

Os Estados Unidos anunciaram esta sexta-feira um reforço das relações comerciais com a China, fruto de negociações intensas para um plano de 100 dias entre as duas maiores economias mundiais. Os norte-americanos vão voltar a exportar carne de vaca e gás natural liquefeito para a China, em troca de carnes de aves.

O secretário do Comércio norte-americano, Wilbur Ross, acredita que com este acordo foi dado um passo significativo para impulsionar as exportações norte-americanas e reduzir o défice comercial com o gigante asiático.

“Não se trata apenas de acordos comerciais, mas antes de melhorar a capacidade das empresas e produtos norte-americanos para competir no mercado chinês”, afirmou Wilbur Ross.

O acordo agora anunciado trata-se de um dos primeiros resultados do plano de ação de cem dias que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, acordaram no seu primeiro encontro, em abril passado, na Flórida.

Assim, a partir de 16 de julho, os Estados Unidos vão passar a exportar carne de vaca, banida pela China em 2003 devido à doença das “vacas loucas”. Será também autorizada a venda de produtos de biotecnologia, gás natural liquefeito e o funcionamento de cartões de crédito norte-americanos na China. Por seu turno, a China passará a vender carnes de aves.



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