Estado escolhe Ernst & Young para auditor da CGD

Em comunicado à CMVM a Caixa Geral de Depósitos diz que, em 18 de maio de 2017, o Estado Português, na qualidade de acionista único deliberou proceder à eleição para o cargo de Revisor/Auditor da CGD, para o mandato 2017/2020, a Ernst & Young Audit & Associados.

Depois de Paulo Macedo ter informado na conferência de imprensa que a comunicação do acionista sobre a escolha do auditor ia ser feita, eis que se confirmou.

Em comunicado à CMVM a Caixa Geral de Depósitos diz que, em 18 de maio de 2017, o Estado Português, na qualidade de acionista detentor da totalidade do capital social do banco, e na sequência da proposta apresentada pelo Conselho Fiscal da CGD, deliberou proceder à eleição para o cargo de Revisor/Auditor da CGD, para o mandato 2017/2020,  a Ernst & Young Audit & Associados.

A escolha da nova auditora da CGD, que substitui a Deloitte, já era conhecida. Recaiu sobre a Ernst & Young (EY) e Paulo Macedo explicou em conferência de imprensa que foi uma proposta do Conselho Fiscal.

O presidente do banco foi confrontado com o facto de ser a mesma auditora que foi incumbida pelo Governo de fazer a auditoria à gestão da CGD no período entre 2000 e 2015, mas o banqueiro recusou qualquer conflito de interesses.

“Essa questão foi analisada. As diferentes empresas de auditoria que se candidataram — três auditoras ao todo — disseram que não havia qualquer conflito de interesses” por realizarem os dois trabalhos.

Tendo em conta as novas regras de auditoria que obrigam à rotatividade a Caixa tinha de mudar de auditor, as únicas candidatas eram, além da EY, a PwC e a KPMG.





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