Emmanuel Macron assumiu guerra ao jiadismo

O novo presidente de França durante a sua primeira saída oficial numa visita à base militar francesa no Mali, assumiu a guerra ao jiadismo na África ocidental.

Reuters

Na primeira deslocação oficial fora da União Europeia, desde que tomou posse no domingo, 14 de maio, Macron durante uma conferência de imprensa ao lado do homólogo maliano e de Jean-Yves Le Drian, o novo ministro francês dos Negócios Estrangeiros, aproveitou também para apelar ao reforço da cooperação da Alemanha neste combate contra os grupos jiadistas a operar na região, algo a que chanceler Angela Merkel já terá aceitado.

Segundo a Euronews, o chefe de Estado gaulês, revelou que “a determinação da França será completa ao vosso lado (dos soldados) para garantir a segurança, não só do Mali, mas do Sahel. Vamos manter a presença das nossas forças e vamos também continuar a envolver-nos no processo diplomático e político de que gosto particularmente”.

Foi em 2013 que a intervenção militar francesa no Mali começou, quando grupos de extremistas islâmicos com ligações à Al Qaeda invadiram o norte deste país africano. a operação francesa na região inclui 4000 soldados destacados no Mali, no Níger, no Chade, no Burkina Faso e na Mauritânia.

A agência noticiosa europeia adianta ainda que na base militar de Gao, onde esteve de visita Macron, mantêm-se em permanência 1600 militares franceses.

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