EDP vai defender prémio de controlo de 20% a 30% na OPA chinesa

EDP pronuncia-se sobre a OPA até ao dia 8 de junho. Com a pressão dos acionistas para que haja um prémio de controlo, a administração vai defender subida da oferta para entre 3,6 e 3,9 euros por ação.

Ctristina Bernardo

A China Three Gorges (CTG), dona de 23% da EDP, terá de negociar com os outros acionistas de referência da elétrica, para conseguir que a sua Oferta Pública de Aquisição (OPA) seja registada e tenha sucesso. A negociação estará centrada no preço da oferta, dado que os fundos e outros acionistas internacionais apoiam a tomada de posição da gestão liderada por António Mexia, que na segunda-feira defendeu, em comunicado, que os 3,26 euros por ação oferecidos pelos chineses “não reflectem adequadamente o valor da EDP” e que o “prémio implícito na oferta é baixo”. O objetivo, sabe o Jornal Económico, é conseguir uma subida da oferta para entre 3,6 e 3,9 euros por ação.

A CTG fez o anúncio preliminar da OPA no dia 11 de maio e até ao final do mês deverá entregar à CMVM o pedido de registo e o prospeto da operação. Já a EDP deverá pronunciar-se sobre a OPA no prazo de oito dias após receber o prospeto, o que significa que o chamado relatório da visada será divulgado até 8 de junho.

Artigo publicado na edição semanal do Jornal Económico. Para ler a versão completa, aceda aqui ao JE Leitor

 






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