“E-Toupeira”: Paulo Gonçalves colocou lugar à disposição mas Vieira não aceitou

Assessor jurídico terá apresentado a demissão mas o presidente das 'águias' travou a pretensão de Paulo Gonçalves.

Tiago Petinga/Lusa

Na sequência dos acontecimentos associados ao processo “E-Toupeira”, o assessor jurídico do SL Benfica terá colocado o lugar à disposição do presidente das ‘águias’ mas Luís Filipe Vieira não aceitou, de acordo com informação avançada pelo vice-presidente do clube José Eduardo Moniz à BTV, citado pelo “Diário de Notícias”.

“Paulo Gonçalves não queria colocar o Benfica numa situação de fragilidade, Paulo Gonçalves teve a iniciativa de colocar o lugar à disposição perante o presidente mas como não queriamos anteciparmo-nos à justiça e julgamos que terá todas as possibilidades de se defender dos factos que lhe são imputados não aceitámos”, pode ler-se na edição online do “Diário de Notícias”.

Confiança em Paulo Gonçalves

A direção do Sport Lisboa e Benfica depositou a sua confiança no seu principal assessor jurídico, Paulo Gonçalves, num comunicado divulgada no final da semana passada.

A direção do clube e o conselho de administração da SAD comunicaram “aos seus sócios, adeptos, parceiros e colaboradores” já ter reunido com o departamento jurídico, e posteriormente com os advogados do SL Benfica, onde “deliberaram, por unanimidade, manter a sua integral confiança em Paulo Gonçalves, aguardando com serenidade a conclusão do processo e reiterando uma vez mais a sua total colaboração para com as autoridades judiciais”.

Paulo Gonçalves foi detido e constituido arguido na terça-feira, 7, no âmbito da “Operação e-Toupeira”, sendo libertado na quarta-feira, 8, com medida de coação de não poder contactar outros arguidos do processo. Paulo Gonçalves é suspeito principalmente de crimes de corrupção, que poderão ter sido cometidos em nome do SL Benfica.

 




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