Daesh reivindica ataque em Paris

O auto-proclamado Estado islâmico foi responsável pela troca de tiros nos Campos Elísios, em França, que causou dois mortos e um ferido.

Christian Hartmann / Reuters

O auto-proclamado Estado Islâmico reivindicou o ataque desta noite nos Campos Elísios, na cidade de Paris, em França. A troca de tiros teve início por volta das 20h30 e causou dois mortos e um ferido. O autor dos disparos será Abu Yusuf, um cidadão belga, que pertence ao auto-proclamado Estado Islâmico, segundo avança a Reuters, citando fontes da agência do grupo, a Amaq Isis. A vítima que se encontra em estado grave é um agente da autoridade.

O presidente francês tinha já dados indicações de que o ataque seria terrorista. François Hollande afirmou estar “convencido de que as pistas apontam para um ato terrorista” no tiroteio. O presidente também anunciou que o país vai homenagear o polícia que morreu esta sexta-feira.

A apenas três dias das eleições presidenciais no país, o candidato François Fillion suspendeu a sua ação de campanha e pede que todos os candidatos às eleições também o façam. Para esta quinta-feira estava previsto o último debate televisivo entre os onze políticos que concorrem ao Palácio do Eliseu.

Donald Trump também já reagiu ao ataque, falando de um “acontecimento terrível” em França, “provavelmente um ataque terrorista”. “É o mundo de hoje. Quando é que isto acaba?” No Twitter, reforçou a ideia de que o tiroteio “vai ter efeito nas  eleições presidenciais”. “A população de França não vai aguentar muito mais disto”, escreveu.





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