Berlingo de passageiros já tem versão elétrica

A Citroën caba de lançar a variante elétrica do Berlingo Multispace, o comercial ligeiro que consegue aliar o trabalho com a vida familiar. Chega a Portugal em maio.

A variante de passageiros do Citroën Berlingo, a Multispace, acaba de aderir à eletricidade. Em maio, chegará a Portugal o E-Berlingo Multispace, que a Citroën promete manterá todas as qualidades de versatilidade, habitabilidade e modularidade da versão com motor térmico, acrescentando eficiência. Com uma autonomia homologada de 170 km, a variante elétrica do Berlingo de cinco lugares vem completar a oferta elétrica do Berlingo, atualmente reservada apenas ao furgão.

Graças à localização dos dois packs de baterias de iões de lítio, colocados sob o piso da carroçaria, de ambos os lados do eixo traseiro, o E-Berlingo Multispace não abdica do espaço a bordo nem da capacidade da bagageira. A recarga das baterias, com capacidade de 22,5 kWh, pode ser feita numa tomada doméstica, processo que demora entre 8h30m e 15h00, dependendo da amperagem da tomada. Em opção, o E-Berlingo Multispace dispõe de um modo de recarga rápida que permite obter uma autonomia de 80% em meia hora. Recarregados, os dois packs de baterias alimentam um motor elétrico de íman permanente com 67 cv de potência.

Com um piso de carga plano, para facilitar as cargas e as descargas, a capacidade da bagageira oscila entre os 675 e os 3000 litros, acessíveis através do portão traseiro, mas também das duas portas laterais deslizantes que também facilitam a entrada de todos os ocupantes.

O Citroën E-Berlingo Multispace oferece não apenas uma redução nos custos de operação, como uma garantia de oito anos ou 100 mil km para a bateria. A garantia da cadeia de tração elétrica é 5 anos ou 50.000 km e os intervalos de manutenção são de dois anos ou 40.000 km, após o primeiro ano. Não são necessários óleos, correias ou líquidos de refrigeração. A ausência de caixa de velocidade e da embraiagem reduz o número de componentes sujeitos a controlo e, graças à dupla recuperação de energia durante a aceleração e a travagem, os travões são menos solicitados, gerando, portanto, menor desgaste.

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