InícioNotícia escrita porVera Gouveia Barros, Economista

Estamos a falar de um sector que, em 2016, contribuiu de forma directa para 6,4% e 8,1% do produto e do emprego, respectivamente. Mais importante, as exportações de viagens e turismo são quase metade das de serviços – 16,7% das totais – e a respectiva balança apresentou um saldo de mais de 8,8 mil milhões de euros.

O debate sobre o alojamento local está longe de perder a actualidade e a relevância. Vera Gouveia Barros revisita o tema e os argumentos que foram sendo esgrimidos.

Algo que precisa de ser imposto dificilmente pode ser autêntico. E imutabilidade não é sinónimo de autenticidade. Aliás, a inovação não tem de corromper as tradições.

O que a proposta de lei destinada a alterar o regime de alojamento local faz é dar uma vantagem a quem tem a capacidade de adquirir um prédio inteiro.

Há que aproveitar as potencialidades do turismo religioso, nomeadamente pela valorização de itinerários, que promovam o aumento da estada média e, de caminho, a curiosidade pelo país.

É fundamental ter cada vez mais pessoas qualificadas, o que contribuirá para elevar a qualidade do nosso destino, permitindo que o turismo traga mais rendimento.

Portugal e Lisboa em particular têm dimensão suficiente para acolher vários tipos de turista, incluindo os jovens.

O alojamento local apresenta uma flexibilidade que não está presente noutras formas de hospedagem.

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