InícioNotícia escrita porVera Gouveia Barros, Economista

Contrariamente ao Fórum Económico Mundial, não identifico o nosso relativamente reduzido RevPAR como um factor de competitividade: vejo-o antes como sintoma da falta dela.

As opiniões e os conteúdos dos cidadãos comuns têm hoje grande influência na decisão sobre os destinos de viagens.

A promoção turística é responsável por criar no potencial visitante uma fantasia que tenha correspondência com a realidade. Não se pode vender o que não se tem.

Para os economistas, estabelecer uma “realidade alternativa” não é (ou não devia ser) um exercício de imaginação, mas sim estatístico.

O meu “achismo” vai-me dizendo que Lisboa tem vindo a melhorar, ganhou vida. O turismo não é o único responsável por haver agora mais gente a habitá-la, mas julgo que desempenhou neste processo um papel crucial.

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