InícioNotícia escrita porShrikesh Laxmidas

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A letra era para ser outra e o tom também. A 15 de janeiro de 1985, o Congresso Nacional brasileiro elegeu pela última vez um presidente de forma indireta, marcando definitivamente o fim da ditadura militar que durava desde 1964.

As minutas da última reunião mostram que os decisores do banco central dos EUA querem ver provas que o recente desacelerar da economia foi temporário antes de continuarem a aumentar as taxas de juro. Os investidores em Wall Street têm apostado num novo aumento em junho.

Em entrevista à Reuters, o ministro das Finanças afirma que espera uma aceleração económica de mais de 2% em 2017, acima da meta de 1,8%. Centeno explica ainda que o país ganhou credibilidade e que o próximo passo é melhorar as condições de financiamento.

Presidente do BCE afirmou que as taxas de juro negativas têm tido efeitos secundários limitado, portanto não vê motivos para alterar o rumo nesse campo - vão permanecer nos níveis atuais ou mais baixos por um período prolongado.

Na reta final da época de resultados, e depois de quase três-quartos das 19 cotadas do PSI 20 terem divulgado números, a conclusão é clara: há ganhos nas receitas, mas não na rentabilidade.

A Pharol recupera parcialmente do tombo de ontem e a Sonae reage de forma positiva aos resultados do primeiro trimestre, permitindo à Bolsa de Lisboa iniciar a sessão em alta depois de três dias em que foi castigada pelos risco político nos EUA e no Brasil.

O presidente do Brasil foi gravado a autorizar o pagamento de subornos e a nova crise política já penaliza os mercados. O Bovespa, principal índice acionista brasileiro, cai 8%, tendo chegado a perder 10% o que até levou à suspensão da negociação.

O presidente dos EUA não gostou da nomeação de um conselheiro especial para monitorizar a investigação à interferência russa nas eleições e as alegadas ligações à sua campanha.