InícioNotícia escrita porShrikesh Laxmidas

slaxmidas@jornaleconomico.pt

O INE reviu em alta a estimativa para o período entre junho e julho,. A previsão anterior, divulgada há um mês, era de uma expansão de 2,9%.

O banco central japonês não surpreendeu e a política monetária não sofreu alterações, mas o novo membro do 'board' alertou que as medidas em vigor poderão não ser suficientes para atingir a meta de colocar a inflação nos 2%.

Os mercados dão como certo que a Fed norte-americana não irá alterar as taxas de juro na reunião que termina esta quarta-feira, com o foco centrado na redução da folha de balanços. Veja aqui as novidades que Janet Yellen poderá anunciar.

Após ter tombado quase 37 pontos base para 2,436% na segunda-feira, a taxa da dívida portuguesa a 10 anos continuou a cair na sessão seguinte. Possível redução dos estímulos do BCE é o principal fator que pode inverter a tendência de descida.

A surpreendente subida do 'rating' de Portugal pela Standard&Poor's foi um tónico para os ativos nacionais, com o PSI 20 a somar oito sessões de ganhos e a taxa das Obrigações do Tesouro a 10 anos no mercado secundário a descer para mínimos de dezembro de 2015.

O evento central da semana é reunião da Reserva Federal que termina na quarta-feira. Não é esperada uma subida nas taxas, mas os mercados estão atentos aos sinais sobre a economia, a inflação e o plano para reduzir a folha de balanço. Os ativos portugueses deverão estar em foco no início da semana, após a surpreendente melhoria na notação pela Standard & Poor's.

Em entrevista à RTP, o ministro das Finanças afirmou ainda que a dívida pública vai cair para 127,7% este ano, a maior queda em 19 anos.

João Ferreira Marques vê com interesse os esforços atuais, mas acredita que a solução para o crédito malparado tem de ser parcial, como em Itália.

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