InícioNotícia escrita porShrikesh Laxmidas

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A companhia aérea nacional quer reforçar a operação no Porto e apostar em novas rotas para os EUA. O chairman da TAP afirma, contudo, que o atraso em receber as aeronaves são uma condicionante.

Miguel Frasquilho explica que a parceria da TAP com a chinesa HNA abriu uma prometedora porta para o mercado da Ásia.

No mercado petrolífero, o momento é de espera para ver se a reunião da OPEP no dia 30 confirma o prolongar do acordo de corte de produção para além de março. Nos ativos nacionais, o PSI 20 registou alterações ligeiras, enquanto a 'yield' da dívida a 10 anos continua em rota de descida.

Em entrevista ao Jornal Económico, o 'chairman' da linha aérea diz que as "difíceis decisões tomadas no início da privatização serão em breve ultrapassadas" com um reforço dos vôos para a Europa e para outros continentes a partir do Aeroporto Francisco Sá Carneiro. "A TAP nunca esteve de costas voltadas para o norte", garante.

O banco alemão Commerzbank salienta que o colapso da possibilidade da coligação Jamaica levou a incerteza política para um nível poucas vezes tocado desde a criação da República Federal há quase 70 anos, mas explica que a pujante economia do país deverá ficar imune a esse fator.

O Orçamento do Estado para 2018 continua a centrar as atenções no Parlamento, enquanto os Governadores do Banco Central Europeu têm uma semana cheia de eventos. Sexta-feira há o Black Friday, evento especial no calendário do retalho.

O partido ZANU-PF tinha dado 24 horas para o presidente se demitir, caso contrário iria enfrentar um 'impeachment', mas Mugabe não cedeu à pressão.

Ana Gomes, que tem investigado negócios de Isabel dos Santos, espera que a ruptura iniciada em Angola se estenda à recuperação de ativos em Portugal.