InícioNotícia escrita porSafaa Dib, Editora

As nossas noções de bem e mal, outrora presas a uma linearização excessiva, são atualizadas à medida que vamos ficando cada vez menos ingénuos e chocados com o enredo que nos é apresentado.

Podemos alegar que grande parte do que fazemos com uma ligação à Internet no telemóvel é trabalho e é importante, mas os níveis de procrastinação e distração que causam acabam por tirar alguma força a esse argumento.

Nenhum militante da esquerda pode congratular-se pela falta de uma oposição. No atual momento político que atravessamos, as forças parlamentares de esquerda governam sem uma oposição séria, credível e desafiante.

Será importante que a parte da América a quem ainda resta bom senso recupere o controlo. A resistência contra o abuso de poder pode não ser suficiente por si só.

A nossa capacidade de adaptação só tem de ir até um certo ponto. Podemos escolher não nos adaptar a um futuro que apenas gera desconfiança e nuvens negras no horizonte.

Quando olho para as sociedades ocidentais e para o progresso que já foi conquistado nas últimas décadas, concluo que aquilo que mudou no papel da mulher foi apenas a sua capacidade sobre-humana de desempenhar todos os papéis.

Eis um projeto que talvez trave o aparente desinteresse de grande parte dos governantes pela cultura literária que, pasme-se, constitui também um enorme chamariz turístico.

Nem sabia o significado da palavra Senologia até entrar nesse corredor da MAC e enfrentar uma fila de mulheres, algumas a aguardar notícias sobre a evolução ou não do seu cancro da mama.