InícioNotícia escrita porRicardo Junqueiro, Advogado

Não é fácil entender a estratégia de Passos Coelho, mas dentro de uns meses tudo será mais claro. Estará Passos a ver o que os outros não veem?

Os reguladores europeus têm adotado uma visão conservadora na avaliação dos movimentos de consolidação entre operadores na UE. Nos EUA, porém, o ano de 2017 é visto como propenso a grandes transações e fusões entre operadores.

Chegou a altura de introduzir no debate o tema da proteção da privacidade e da liberdade individual. O terrorismo ou a necessidade de receita fiscal do Estado não justificam tudo.

A intuição empresarial de Trump diz-lhe que a pulverização da UE em 28 Estados é boa para a América, pois deixará de ter um 'player' com peso económico e poder negocial comparável ao seu no xadrez do comércio internacional.

Soares nunca pretendeu ser consensual e sempre conviveu bem com os antagonismos. E o respeito democrático que sempre exibiu pelos seus adversários é, em si mesmo, um legado que nos deixa.

2016 ficará na história como o ano dos impossíveis. Um pouco por todo o lado, o que parecia inalcançável acabou por suceder.

A AdC tem um contributo muito relevante a dar, pois compete-lhe zelar pelo correto funcionamento dos mercados, garantindo que as empresas concorrerem efetivamente entre si, numa rivalidade saudável.

Não é possível saber o que vai acontecer e quais as posições que prevalecerão na batalha jurídica e política que se trava no Reino Unido. Mas parece claro que um segundo referendo seria inteiramente legítimo, justificado e até adequado.

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