InícioNotícia escrita porPedro Romano, Analista do Jornal Económico (Página 2)

Licenciado em Jornalismo e Informação pela Universidade do Minho. Fez jornalismo económico no Diário Económico, Semanário Económico e Jornal de Negócios. Foi assessor parlamentar na Assembleia da República e trabalhou na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Desde 2017 que se dedica à consultoria em informação e economia. Escreve no blogue Desvio Colossal.

O Estado português paga uma taxa de juro real pouco superior a 1% para contrair empréstimos de longo prazo. Será assim tão difícil encontrar projetos com uma rentabilidade superior?

O ritmo mais alto desde que Portugal saiu da recessão acontece ao mesmo tempo que a recuperação do emprego ganha força e que o investimento dá sinais vida. O que está está acontecer, afinal?

Como é habitual, as previsões de Primavera da Comissão Europeia, publicadas na semana passada, foram notícia sobretudo pelo que nos dizem acerca de Portugal.

O BCE cortou as compras de dívida portuguesa para o valor mais baixo de sempre, mas os juros das obrigações continuaram a cair. Esquizofrenia?

Não é comum, mas acontece: por vezes, os economistas estão mesmo de acordo uns com os outros. E mesmo que o tema em questão também seja bastante propício a este tipo de consenso, vale a pena assinalar o momento.

O relatório sobre a sustentabilidade da dívida pública põe em cima da mesa uma reestruturação ‘soft’, dependente do acordo dos credores, sem explicar como o conseguir. Não é fácil convencer ninguém a perder dinheiro a troco de nada.

A ideia de que o século XXI marca o início de um período negro para a economia depende do indicador utilizado. Quando se troca o PIB pela produtividade, a evolução torna-se muito menos bizarra do que parecia à primeira vista.

As economias desenvolvidas estão há quase uma década presas num mundo de juros baixos.