InícioNotícia escrita porPedro Romano, Analista do Jornal Económico (Página 2)

Licenciado em Jornalismo e Informação pela Universidade do Minho. Fez jornalismo económico no Diário Económico, Semanário Económico e Jornal de Negócios. Foi assessor parlamentar na Assembleia da República e trabalhou na Fundação Francisco Manuel dos Santos. Desde 2017 que se dedica à consultoria em informação e economia. Escreve no blogue Desvio Colossal.

Em 2016, as cativações bateram um novo recorde. Surpresa? Não exactamente. Pelo menos desde o terceiro trimestre de 2016 que se sabia que a despesa ficaria bem abaixo do orçamentado. E a diferença é bem maior do que os 1.000 milhões cativados.

A cidade americana implementou uma subida abrupta do salário mínimo em 2015, para continuar. Mas de acordo com o estudo do grupo que acompanha a medida, o tiro parece ter saído pela culatra. Que implicações tem tudo isto para Portugal?

Portugal vai crescer mais do que a Zona Euro em 2017. Uma novidade? Não necessariamente. Desde 2014 que a convergência ao nível da actividade económica é uma realidade. Tudo depende do indicador que se usa.

Segundo os dados conhecidos, o saldo orçamental no primeiro trimestre do ano ficou em -2,1% do PIB. Isto é bom, mau ou assim-assim? À primeira vista, não parece um resultado famoso.

Ronaldo foi acusado de fraude fiscal. Messi também já teve problemas com a administração tributária, tal como Neymar, Di María e muitos outros. Afinal quão disseminada está a evasão fiscal?

Tem havido notícias sobre o crescimento a dois dígitos do crédito ao consumo e sobre compras ‘recorde’ de veículos particulares. Até que ponto são preocupantes?

Depois de um período negro marcado por sucessivas revisões em baixa do crescimento, o primeiro trimestre pode ter sido o tiro de partida para um ciclo de notícias mais animado.

É provável que as próximas dores de cabeça do BCE não sejam exatamente aquelas que muita gente antecipa. A questão poderá não ser “quando” retirar os estímulos, mas sim o que fazer mais para garantir que a doença japonesa não se instala na Europa.

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