InícioNotícia escrita porPedro Lino, Economista

Embora o excel diga que pagamos menos no curto prazo, a realidade demonstra o contrário, visto ser impossível o mercado absorver os montantes que Portugal necessita.

De vez enquando comenta-se qual será o catalizador para uma correcção dos mercados, o tal 'cisne negro', o acontecimento que não se espera.

O mundo já está na mão das máquinas. E o maior problema é que a máquina não tem medo, porque o dinheiro não é dela nem lho custou a ganhar, e este é um dos motivos pelo qual o papel dos bancos centrais vai continuar a ser determinante na economia.

Ao não legislar em devido tempo, todo o sistema foi contaminado e as más práticas de gestão validadas. Resultado? O problema do crédito malparado continua por resolver, porque alguém tem de pagar a conta.

O regulamento de proteção de dados que entrará em vigor em maio de 2018 já está a dar muitas dores de cabeça às empresas.

Se o Banco Popular estava com algumas dificuldades em captar dinheiro, agora sim foi desvalorizado e forçado a ser “vendido” a uma outra instituição.

A maior parte dos investidores que aposta nas moedas digitais não tem noção dos riscos que corre, e a regulação ainda não chegou lá, até porque seria uma forma de legitimar este tipo de “moeda”.

As semanas que antecederam as eleições francesas trouxeram incerteza aos mercados financeiros e fizeram soar os alarmes dos responsáveis políticos europeus.

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