InícioNotícia escrita porPatrícia Calca, Politóloga

Não raras vezes, as mudanças profundas na realidade política e social resultam de desenvolvimentos não percetíveis no imediato, porque se dão gradual e subterraneamente.

A Democracia como a conhecemos é um ideal, e como tal está sempre incompleto. Convém continuar a desenvolvê-la e a melhorá-la.

Ser feminista não é nem deve ser uma moda, tal como também não é um estado de alma nem sequer uma gaveta ou categoria onde tudo cabe.

Por detrás da “capa de justiceiros”, alguns meios de comunicação social, que se arrogam ser os únicos a fazer “serviço público”, estão mais preocupados com o seu bem do que com o bem comum.

Por mais que gostássemos, os estados, também o português, não são ONG com ideais de altruísmo e intentos de "salvação das almas".

Há todo um rol de problemas que podem ser minorados com legislação mais direcionada, e ainda que a legislação por si só não mude totalmente a “cultura” da maioria das instituições, pode melhorar a Universidade.

Num mundo em que o 'Big Brother' de Orwell se aproxima cada vez mais do real, resta-nos saber onde fica a distinção entre a esfera pública e a esfera privada.

Para termos um país melhor temos que ter melhor educação a todos os níveis. A Universidade tem de continuar a modernizar-se e a quebrar os gritos dos “velhos do Restelo” do costume.