InícioNotícia escrita porPatrícia Calca, Politóloga

Num intervalo de apenas dois dias, tive a oportunidade de verificar como as fronteiras da Europa já não são o que idealizámos.

Há um diálogo constante entre economia e política, incluindo na definição dos respectivos limites, e isso foi, quase sempre, positivo para as sociedades e para o seu desenvolvimento.

Questionar o que nos rodeia, e as explicações que nos são apresentadas ou que nos convencemos que existem, não é um exercício despiciendo.

Talvez seja boa ideia pensarmos que Estado e que Democracia estamos a defender com os nossos clubismos acirrados.

A maior parte da população não conhece as dificuldades de quem trabalha nas universidades portuguesas e do quão difícil é ser “estudante para sempre”. Esse desconhecimento tem que acabar.

Numa altura em que os extremismos pululam aqui e ali, e em que o descrédito na capacidade representativa da UE segue ao mesmo ritmo, parece-me inteligente pensar o futuro com quem será futuro.

Quando lemos os dados da Transparência Internacional sobre o Índice de Percepções da Corrupção é importante ter presente que percepções de corrupção não é o mesmo que níveis de corrupção.

Peritos da OCDE aconselham que os politécnicos passem a ter a possibilidade de atribuição do grau de doutor, até ao momento apenas garantido pelas universidades. Onde estão os estudos sobre isto?