InícioNotícia escrita porLeonor Mateus Ferreira

lmferreira@jornaleconomico.pt

A instituição liderada por Christine Lagarde divulgou esta sexta-feira o relatório que conclui a missão que realizou em Portugal entre 19 e 29 de junho. Apesar de reconhecer os avanços conseguidos, deixou conselhos sobre várias áreas.

Os três principais índices norte-americanos tocaram máximos de sempre intra-day.

O líder do PSD acredita que se não tivesse havido uma alteração de governo, o upgrade no rating de Portugal teria ocorrido mais rapidamente. Passos Coelho defendeu ainda que o anterior executivo lutou muito para que a acontecesse.

Segundo o primeiro-ministro, o upgrade resulta da redução do défice orçamental e irá permitir uma redução sustentada do défice.

Ao fim de cinco anos, Portugal volta a ser colocado no grau de investimento por um das principais agências de 'rating'. O ministério das Finanças acredita que a decisão foi "ancorado num modelo económico sólido, equilibrado e inclusivo".

Contra todas as expetativas, a agência de notação Standard and Poor's passou Portugal para o grau de investimento, esta sexta-feira. A Fitch e a Moody's tornam-se assim as únicas agências de notação financeira, das quatro principais, a manter o rating de Portugal no nível de 'lixo'.

Sabine Lautenschläger, membro da comissão executiva do Banco Central Europeu, defendeu esta sexta-feira uma normalização dos instrumentos da instituição.

"Aos trabalhadores da administração pública, o que eu posso dizer é que a determinação do Governo na valorização do emprego, na valorização salarial é inquestionável e não vai sofrer nenhuma alteração", afirmou.

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