InícioNotícia escrita porJoão Madeira

jmadeira@jornaleconomico.pt

Habitações para jovens feitas pela EPUL estão a ser arrendadas em plataformas de alojamento local. Santa Casa da Misericórdia de Lisboa teve imóveis durante dois anos a receber turistas.

Apesar de o Estado ter ficado com maioria do capital da TAP, administradores não entregaram declarações de rendimentos e património. Nomes indicados pelo Governo, como Frasquilho e Lacerda Machado, estão obrigados por lei.

Depois de um ano recorde nas vendas de bens ao exterior, o Jornal Económico pediu ao INE o ranking das empresas que mais exportaram. A Galp lidera, mas a maioria é do setor automóvel.

O total de empréstimos a particulares continua a diminuir, quer em termos nominais quer em percentagem do PIB. Apenas no crédito para automóveis há sinais que merecem atenção.

O boom de visitantes estrangeiros anima a economia mas também provoca subidas de preços que os vencimentos dos portugueses não acompanham. A discrepância entre crescimento de salários e inflação ainda não é preocupante, mas os orçamentos e as poupanças familiares podem ser penalizados este ano.

Défice em torno de 1,2% em 2017 facilita execução orçamental futura e cria condições para metas mais ambiciosas no Programa de Estabilidade. Mas pressão à esquerda pode travar ímpeto da consolidação.

Primeira reunião do Eurogrupo com presidência do português terá lugar esta segunda-feira, com uma pequena ironia na agenda: os ministros vão discutir a situação portuguesa e a última avaliação da troika. Com o vazio criado pelas eleições na Alemanha, o debate sobre a reforma do euro não deve dar passos decisivos.

Antigo governante grego editou livro de memórias sobre as tensas negociações que decorreram quando o Syriza chegou ao poder. O Eurogrupo era o palco maior de um confronto onde o ministro alemão falava mais alto e tinha o apoio cego de ministros que o economista apelida de “majoretes”.

PUB
PUB
PUB