InícioNotícia escrita porGustavo Sampaio

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Líder parlamentar do PCP sublinha que a duração do Executivo PS “só depende da política que é executada”. A posição comum no início da legislatura é um “fetiche” que só surgiu por pressão de Cavaco.

Num debate sobre branqueamento de capitais e media, frente a Nuno Ferreira Lousa, advogado da Linklaters, o também advogado da Cuatrecasas, sustenta que há uma "grande promiscuidade" entre a investigação e os media, o que pode comprometer os processos judiciais.

Adivinha-se uma tarde tranquila para o primeiro-ministro António Costa: O Governo do PS tem mais uma boa notícia para celebrar, enquanto o PSD e o CDS-PP reivindicam uma parte do mérito.

Concerto de Ariana Grande na Arena de Manchester assolado por possível "atentado terrorista" que causou pelo menos 19 mortos e cerca de 50 feridos. A sala estava repleta de crianças, público-alvo da artista norte-americana. Além das explosões, o caos que se gerou no movimento de fuga poderá ter feito mais vítimas.

José Sócrates prometeu construir novo aeroporto, terceira ponte sobre o rio Tejo e três linhas de TGV, menos de dois anos antes do pedido de assistência financeira. Durão Barroso planeou cinco linhas de TGV quando o país estava “de tanga”. Na versão de autarca de Lisboa, António Costa defendeu um projeto para o Metro ainda mais ambicioso do que o apresentado agora pela líder do CDS-PP. Para os políticos em campanha eleitoral, por vezes nem o céu é o limite.

"Vou organizar uma corrida entre um Ferrari e o Metro, para entendermos que o grande meio de transporte na cidade é o Metro e não o carro," afirmou Costa, na versão de autarca, quando reivindicava 38 novas estações.

O PSD está a equacionar a introdução de um sistema de primárias para escolher candidato a primeiro-ministro. Miguel Relvas lançou a ideia (e vai insistindo) mas Marco António Costa discorda. No PS, que já avançou em 2014, “o modelo está em discussão”.

Versão integral da entrevista ao ex-secretário de Estado da Administração Local que retornou às funções de deputado do PSD e tem dado a cara na defesa de uma política económica alternativa, fiel à estratégia do Governo anterior. "Portugal é um país adiado na resolução dos seus problemas de fundo," alerta.