InícioNotícia escrita porGustavo Sampaio

gsampaio@jornaleconomico.pt

Desde o candidato “politicamente incorreto” e assediado pela extrema-direita, até ao que foi confundido com um pastor evangélico, passando pelo “boneco” ou a cantora de música “pimba” que promete: “Se ganhar, se for preciso, até canto”, quem disse que a política é sempre aborrecida e previsível?

Depois da oferta de viagens a dirigentes da SPMS, a NOS beneficiou de um aumento exponencial de contratos por ajuste direto. Ao contrário da Oracle.

"Transforma-se um debate numa entrevista de quatro contra um, mas vamos a isso com gosto," queixou-se o incumbente Fernando Medina, a meio da contenda que gravitou (com sucessivos momentos de bizarria política) em torno da cantora e atriz norte-americana Madonna. Os cinco candidatos apenas concordaram nas prioridades: habitação, transportes e turismo.

E também propõe criar um "'cluster' da economia azul" e uma "cidade do mar". A coligação "Pela Nossa Lisboa" (CDS-PP/MPT/PPM) apresentou hoje o seu programa eleitoral para as autárquicas de Lisboa. São mais de 100 páginas com propostas divididas em cinco áreas.

Desde a viagem à China (paga pela NOS) de cinco dirigentes da empresa pública Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), há dois anos, a SPMS atribuiu 10 ajustes diretos à NOS por cerca de 490 mil euros. Nos dois anos anteriores à viagem, a SPMS apenas tinha celebrado dois contratos com a NOS por cerca de 49 mil euros.

Ministro do Trabalho remete esse objetivo para o “final da legislatura”, tal como está previsto no Programa de Governo e no acordo entre PS e BE.

Desde que cinco altos quadros dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SMPS) foram à China com despesas pagas pela NOS (e não pela Huawei, como fora noticiado), em junho de 2015, a referida entidade pública celebrou 10 contratos por ajuste direto com a operadora de telecomunicações, com um valor global superior a 490 mil euros. Os cinco dirigentes em causa já colocaram os respetivos cargos à disposição.

Deputados questionaram Ministério da Economia sobre eventual apoio a um plano de recuperação da Prado Karton. Prazo legal de resposta termina esta sexta-feira.

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