InícioNotícia escrita porGabriel Leite Mota, Professor Universitário de Economia

Se o sector privado ainda não se transformou no sentido de abraçar toda a população nacional que, nos últimos anos, se qualificou, compete ao Estado fixar essas pessoas.

Nestas eleições, votemos em consciência e não em rótulos, e mantenhamos uma vigilância cívica democrática. Nas seguintes, porque não pensar em participar como candidatos?

A nossa língua é um património, não o devemos desbaratar. Os chineses, os russos ou os espanhóis não subordinam as suas línguas ao inglês. Curiosamente, os brasileiros também não.

Nem sequer vivemos, ainda, uma verdadeira globalização: mundialmente, os fluxos económicos e populacionais internacionais são uma percentagem muita baixa dos fluxos totais. Quase todas as grandes economias vivem, ainda, essencialmente do comércio interno e com a mão-de-obra nacional.

Para alguém que acredite que os seres humanos devem ter direitos fundamentais salvaguardados, esse é o fim ao qual tudo o resto deve estar subjugado.

Aquilo que o séc. XXI já nos permite recolher como evidência empírica é claro: a Europa cresce pouco, de forma desequilibrada e com demasiado desemprego. Corolário: as regras do euro estão erradas.

É responsabilidade social dos meios de comunicação terem uma contenção no tempo dedicado à divulgação do terror. Aí sim, é preciso pudor.

A UE tem que ter coesão interna e a clara perceção de que cabe a si ser um dos determinantes das regras de funcionamento do mundo.