InícioNotícia escrita porGabriel Leite Mota, Professor Universitário de Economia

Uma das formas de se exercer a liderança é através da loucura. Certos transtornos de personalidade são benéficos para a capacidade de reunir apoios e traçar caminhos.

Precisamos de romper com muitos dos enredos instalados. Precisamos de mais e diferentes forças de poder, para que o exercício do mesmo seja mais escrutinado e o seu abuso dificultado.

O verdadeiro combate que a sociedade tem que fazer é contra os DDT, e não pode confiar apenas na representatividade democrática. Tem que exigir transparência e empoderar o sistema judicial para servir de travão à captura dos políticos pelos DDT.

Portugal, país pequeno e muito desigual, ditadura durante quase todo o séc. XX, ainda vive muito no paradigma da cunha, do emprego na empresa do pai, ou no Estado, através dos contactos que a família tem.

A direita que gosta de malhar em Sócrates, talvez devesse pensar que é muito culpa sua tudo o que se queixam que Sócrates fez.

A verdade é que não é automático, linear e imediato o processo através do qual a economia cumpre o seu verdadeiro desiderato: produzir felicidade.

Um sistema de ensino superior saudável tem de dar primazia ao processo de ensino, de transferência de saberes e competências. Isso só será possível com a valorização, em termos profissionais, daqueles que dão as aulas.

A forma como o sistema de incentivos está desenhado faz com que ninguém queira dar aulas: no fim do dia, serão as publicações que determinam quem sobe, manda, avalia os colegas e aufere mais.

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