InícioNotícia escrita porCátia Miriam Costa, Centro de Estudos Internacionais (ISCTE-IUL)

Num momento de novos alinhamentos, é determinante não esquecer a evolução dos laços históricos, os interesses convergentes e a possibilidade de solucionar divergências por negociação. Em português.

Mas porque vale a pena ainda se falar desta Cimeira, tanto tempo e tanta conversa depois? Talvez sim, porque existem presenças invisíveis que parecem ter escapado ao olhar mediático. Refiro-me à China esse protagonista ausente, mas sempre participante nesta cimeira.

A imprensa periódica e a literatura permanecem, apesar da digitalização do conhecimento e da informação, como elementos essenciais do debate moderno e da construção da memória coletiva.

Quando Donald Trump insiste na questão das “fake news” do que está realmente a falar? Estamos, decerto, a reportar-nos a um problema antigo, a relação entre política e comunicação social, algo que desde há muito é ponto assente.

A China tem conquistado a sua influência internacional sem entrar em conflito, sem digladiar-se nos cenários de guerra e de confrontação entre potências.

A China tem dois grandes objetivos: unir o seu território debaixo de um mesmo regime, incluindo Taiwan, e expandir-se internacionalmente através dos seu ‘softpower’ económico.

Donald Trump continuará a deliberadamente confundir o tempo que se faz sentir com a questão climática, tentando fazer um argumento que singre junto de um público mal informado, usando para tal a última vaga de frio nos EUA.

Talvez todos tenhamos razões para olhar positivamente a Europa. Por exemplo, pelos seus contributos intelectuais para o debate de ideias na sociedade.

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