InícioNotícia escrita porCátia Miriam Costa, Centro de Estudos Internacionais (ISCTE-IUL)

Quando Donald Trump insiste na questão das “fake news” do que está realmente a falar? Estamos, decerto, a reportar-nos a um problema antigo, a relação entre política e comunicação social, algo que desde há muito é ponto assente.

A China tem conquistado a sua influência internacional sem entrar em conflito, sem digladiar-se nos cenários de guerra e de confrontação entre potências.

A China tem dois grandes objetivos: unir o seu território debaixo de um mesmo regime, incluindo Taiwan, e expandir-se internacionalmente através dos seu ‘softpower’ económico.

Donald Trump continuará a deliberadamente confundir o tempo que se faz sentir com a questão climática, tentando fazer um argumento que singre junto de um público mal informado, usando para tal a última vaga de frio nos EUA.

Talvez todos tenhamos razões para olhar positivamente a Europa. Por exemplo, pelos seus contributos intelectuais para o debate de ideias na sociedade.

A RPC localizou de onde poderia vir a oposição interna e está a tentar neutralizá-la, prometendo mais democracia e respeito por direitos individuais e coletivos.

Se a Europa e a Espanha querem continuar na história, têm de pensar que os quadros políticos são dinâmicos. Fazer política é negociar.

No seu primeiro discurso João Lourenço não surpreendeu, mas desiludiu. Em vez de se afirmar presidente de todos os angolanos, criticou a oposição, num discurso com um tom mais partidário que presidencial.

PUB
PUB
PUB