InícioNotícia escrita porBruno Carapinha, Investigador

A digitalização e a robotização anunciam uma mudança radical no perfil das economias avançadas e no futuro do trabalho. Não há tempo a perder.

Nas eleições francesas, tal como nas americanas, um combate entre uma candidatura de sistema, que não entusiasma, e uma demagoga, com um grupo fiel, cria as condições para uma catástrofe.

A ideia de que um dano feito ao Reino Unido se traduz na transferência de benefícios para outros países europeus é ingénua. Esse processo nunca é linear e há mais interessados.

A ideia dos fundadores de fragmentar o continente em várias geometrias e velocidades é o sinal da cegueira e do abandono do projeto de uma união real.

Há um problema sério quando as elites de um país infantilizam a sua população, confundindo mansidão com credulidade.

Passos cativou o partido no azedume e a sua estratégia é ‘ficar’. Ficar até o BCE, o Brexit, uma crise internacional ou a insensatez à esquerda lhe abrir espaço.

Como todas as potências cujo domínio começa a definhar, a América enfrenta o seu momento de pânico.

Uma certa esquerda nunca lhe perdoou a derrota. E a direita, depois de legitimada, queria que ele se sentasse no lugar dos senadores – emudecido.