InícioNotícia escrita porAntónio Freitas de Sousa

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Tem nas mãos dois enfermos: o SPD, que tem de retirar do perigo da irrelevância, e a grande coligação com Merkel, que já teve melhores dias – ou não fosse uma espécie de mal menor ao fim de quase um ano de experimentalismos.

O ex-líder político sérvio-bósnio, condenado a 40 anos de prisão, pede a nulidade da pena e a repetição do julgamento. Em resposta, o ministério público diz que, se isso suceder, pedirá prisão perpétua.

Mais de 50 pessoas acompanham o presidente francês aos Estados Unidos. Macron precisa de trazer boas notícias nas áreas económicas quando regressar a casa. A política interna continua a ser o seu maior problema.

As geometrias políticas não conseguem encontrar uma solução estável a quem o presidente possa atribuir a responsabilidade de governar. E a extrema-direita já percebeu que um novo ato eleitoral pode ser-lhe muito favorável.

O presidente francês exige solidariedade da União Europeia contra o rigor em excesso, enquanto a chanceler alemã insiste na responsabilidade por contas limpas. O eixo Paris-Berlim arrisca voltar a ser coisa nenhuma.

O banco pode seguir essa opção ou vender em negócio particular. Não decidiu ainda, em qualquer dos casos, se deixa o setor financeiro angolano ou mantém uma posição, num banco que controlou até janeiro de 2017.

O maior banco alemão, o Deutsche Bank, transferiu por engano uma soma elevada no âmbito das suas operações diárias de produtos derivados.

Alemanha lidera a economia da UE, mas Macron quer ocupar o vazio comum em termos de defesa e segurança. E até já tem um tratado para isso.