InícioNotícia escrita porAndré Abrantes Amaral, Advogado

Há dez anos não havia dinheiro para investimento público; há cinco nem para isso nem para pagar salários; agora já nem sequer para contratar enfermeiros. Não se aprendeu nada.

Perante a pressão dos EUA e da Rússia, o mais certo é que a União Europeia se fragmente para se reorganizar. Veremos quais os países que ficam de fora e os que entram quando o momento chegar.

O liberalismo económico depende do liberalismo político não apenas porque sim, mas porque a liberdade económica vive da separação de poderes e da não interferência dos poderes públicos. Não interferência essa que passa por não condicionar, por não favorecer. Precisamente o contrário do que Trump (um capitalista não liberal) faz.

Porque os mercados, que as forças políticas extremistas italianas, e também as espanholas, portuguesas e francesas, tanto criticam são a expressão da vontade das pessoas. Os mercados não são mais que as nossas escolhas.

A razão para a contratação de mais funcionários públicos não é económica, não tem que ver com a qualidade do serviço público, mas é política.

Com a saída do Reino Unido da União Europeia e o enfraquecimento político, mas não económico, da Alemanha, Macron considera que a França tem o caminho livre para refundar a Europa à sua maneira.

Enquanto Costa e Rio sossegam os espíritos de boa parte dos militantes dos respetivos partidos, PCP e BE recuperam o espaço de indignação política que os carateriza. Do lado do CDS, silêncio.

Quem se deu ao trabalho de ler o programa eleitoral de Macron, as entrevistas que concedeu antes de ser presidente, cedo compreendeu que estava perante um embuste ou um combatente político.

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