InícioNotícia escrita porAndré Abrantes Amaral, Advogado

Quando a verdade não existe, o país vive uma realidade alternativa criada pelos que governam em prol das consciências dos que se deixam ir.

Salvou-se o PS português, mesmo que à custa do país. E se o PS tem agora um futuro luminoso à sua frente, o mesmo não pode dizer Portugal.

Preferimos uma Europa a duas velocidades, em que os países mais fortes se unam e se protejam, ou uma Europa desunida e em conflito permanente?

Para Macron a divisão já não se faz entre trabalhadores e patrões, mas entre um país que quer avançar e outro que estagnou.

Para que a Europa sobreviva é preciso que Macron vença em França e Merkel ganhe na Alemanha. Se um deles falhar, a UE corre o sério risco de desaparecer.

A França perdeu a sua identidade e o Estado Republicano e Laico, que era o seu garante, traiu-a.

Tal como nada se fez para se aproveitar o euro e subir os salários, nada se fez nos últimos meses para tirar proveito das ajudas do BCE, do baixo preço do petróleo e das matérias-primas.