InícioNotícia escrita porAna Pina

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Conversa com o escritor Valter Hugo Mãe, ‘homem imprudentemente poético’ e nome incontornável da nova geração literária, em torno de preconceitos que persistem na nossa sociedade, da inteligência feminina e da Europa atual, que considera "assustadora".

60 anos depois, a ETA chega ao fim. A reconciliação ainda está por fazer, a convivência começa, quiçá, a dar os primeiros passos, o perdão, esse, tardará. Em entrevista, Fernando Aramburu, escritor basco radicado na Alemanha, destaca a importância da convivência social e da normalização política no País Basco, mas realça que “não é possível construir a convivência sem a memória”.

O que leva largas dezenas de adultos a encher uma sala de teatro para ver marionetas e formas animadas? A pergunta continua por responder ao fim de 18 edições do Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas de Lisboa – FIMFA Lx, que chega este ano à maioridade.

O escritor moçambicano esteve em Portugal para apresentar o seu último romance, “Gungunhana”, um relato ficcionado sobre a figura do imperador de Gaza e suas mulheres. Em entrevista ao Jornal Económico, Ungulani Ba Ka Khosa fala dos desafios do seu país e diz que a defesa da língua portuguesa em Moçambique só é possível mantendo as línguas nacionais. O português moçambicano será mais rico, defende.

A 9ª edição do Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa apresenta novas secções e tem mais filmes portugueses em competição. No total, serão apresentadas nove longas-metragens de ficção em competição, nove documentários e 16 curtas.

Aos 29 anos, o historiador e jornalista holandês é um dos mais destacados pensadores da sua geração. O autor de "Utopia para Realistas" defende ideias como o rendimento básico universal, a semana de trabalho de 15 horas e a liberdade de circulação para todos. Em entrevista, atribui aos intelectuais o papel de transformar o impensável em plausível.

A celebração faz parte da essência do ser humano e, como tal, é um excelente pretexto para conhecer a cultura alheia. Sinal de curiosidade e tolerância, de quem se interessa pelos que vivem na sua cidade, no seu território.

Julieta Monginho tem um ritual: escreve todos os dias e quase todas as noites peças processuais e ficção. E garante que há mais semelhanças entre os dois tipos de escrita do que pode parecer à primeira vista. É escritora e magistrada do Ministério Público, ou na ordem inversa.

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