Aumentar Função Pública custa 300 milhões de euros

Os sindicatos esperam que seja cumprido o caderno negocial e esperam, nesse contexto, poder vir a negociar aumentos salariais.

Professores durante a greve e concentração de professores junto à Assembleia da República, em protesto pelo descongelamento "justo" das progressões, recuperação dos anos de congelamento e contagem integral do tempo de serviço prestado pelos docentes, convocada pela FENPROF, FNE e Frente Sindical de Docentes, em Lisboa, 15 de novembro de 2017. JOÃO RELVAS/LUSA

Um aumento dos salários da Função Pública em 2019, em linha com a inflação prevista (1,4%), representaria uma subida na fatura de despesa com pessoal na ordem dos 300 milhões de euros. Os sindicatos esperam que seja cumprido o caderno negocial e esperam, nesse contexto, poder vir a negociar aumentos salariais, avança o “Jornal de Notícias”.

“Se não houver resposta, haverá luta”, afirma a Federação dos Sindicatos da Administração Pública (Fesap). Os sindicatos voltam a sair à rua a 1 de maio (Dia do Trabalhador), depois de o primeiro-ministro, António Costa, ter considerado que é “extemporâneo” falar do tema “em abril de 2018”, o que foi interpretado como um sinal de falta de abertura para o descongelamento das progressões.

O Partido Social Democrata (PSD) já veio dar razão aos sindicatos, afirmando que, se há dinheiro para injetar na banca, também há para aumentar os funcionários públicos. O Bloco de Esquerda (BE) e o Partido Comunista Português (PCP) também já vieram dizer que o próximo ano deve marcar uma diferença e ir além no descongelamento  de salários.






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