APED queixa-se de intransigência dos sindicatos

Grupo considera que a intransigência dos sindicatos do setor da distribuição nas negociações do novo Contrato Coletivo de Trabalho tem dificultado a criação de condições que reforcem a relação entre trabalhadores e empresas.

A Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição (APED) aponta para a intransigência do sindicato do setor da distribuição, sobre as negociações do novo Contrato Coletivo de Trabalho. Em comunicado, o grupo queixa-se que esta atitude tem dificultado a criação de condições que reforcem a relação entre os trabalhadores e a empresa.

A APED acredita que “é importante que os sindicatos tenham sentido de responsabilidade neste processo e sublinha que as greves e manifestações desviam o debate da mesa de negociações, no Ministério do Trabalho, onde devem efetivamente permanecer”, lê-se no comunicado.

Atualmente as empresas ligadas à Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição dão emprego a 120 mil trabalhadores que “têm tido uma grande capacidade de resiliência”. Desde 2011, as empresas de retalho e distribuição já levaram à criação de mais de 18 mil postos de trabalho.




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