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A General Electric caiu mais de 6% depois da Standard & Poor's a ter colocado sob vigilância negativa na sua classificação de crédito consequência dos fracos resultados operacionais apresentados pelo gigante industrial. Esta semana o mercado está de olhos postos na divulgação do PIB dos EUA do trimestre, que será conhecido sexta-feira.

Vários países produtores de petróleo procuram opções de diversificação das economias, para fazer frente à queda das receitas da matéria-prima. Produção de algodão e energia solar estão entre algumas opções.

As instituições bancárias britânicas não estão a aceitar que empresas que utilizam criptomoedas abram contas no Reino Unido, temendo que o setor esteja pejado de criminosos e de esquemas fraudulentos.

Enquanto as principais praças europeias negoceiam com ganhos, o PSI 20 fechou no vermelho.

O 'broker' que foi retratado por Leonardo DiCaprio no filme de 2013 e que passou 22 meses na prisão por fraude e lavagem de dinheiro, vê uma nova bolha a surgir.

Os analistas do banco de investimento estimam que a melhoria estimada para as receitas neste trimestre, não chegue para compensar a fraca performance negativa dos trimestres anteriores.

Os três maiores índices norte-americanos abriram esta segunda-feira a tocarem novos máximos. O dólar valoriza face às principais divisas.

Análise da gestora de ativos BlackRock indica que a reeleição de Shinzo Abe deverá ser positiva para as ações japonesas, mas negativa para a moeda e obrigações. Não são esperadas grandes mudanças na política fiscal ou monetária.

A nível mensal as ordens sobre instrumentos financeiros (ações, obrigações, entre outros) recebidas pelos intermediários financeiros totalizou 9.065,7 milhões de euros, mais 91,6% do que em agosto. A dívida pública foi a que foi mais subscrita em setembro face a agosto, subiu 139% para 2.559,1 milhões.

A animar as praças europeias está a 15.ª subida consecutiva do Nikkei, o principal índice da bolsa de Tóquio. O Nikkei encerrou em alta, a ganhar 1,11% para os 21.696,65 pontos, alcançando um recorde histórico desde da sua criação em 1950.

Os investidores da bolsa portuguesa mostram-se ligeiramente pessimistas no dia em que o gabinete de estatísticas da União Europeia revela dados económicos relevantes sobre o bloco comunitário.

Os últimos dias da semana vão ser cheios de eventos. Na quinta-feira, Mario Draghi deverá anunciar o plano de compra de ativos do BCE no próximo ano, enquanto em Portugal é divulgada a síntese de execução orçamental até setembro. O PIB do Reino Unido e dos Estados Unidos também estão na agenda, a par de vários resultados empresariais.