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Os mercados acionistas refletem as preocupações dos investidores no dia em que a primeira-ministra britânica, Theresa May, divulga mais detalhes sobre a posição do Reino Unido sobre o Brexit, antes de se iniciar uma nova ronda de negociações com a União Europeia.

Mercados da República Checa, Hungria, Polónia e Roménia estão a superar estimativas dos analistas. As perspetivas são genericamente positivas, mas há riscos políticos e de flutuações cambiais mais agressivas.

Wall Street assiste a um novo fenómeno: O investimento em fintechs. O Goldman Sachs e o JP Morgan estão entre os bancos que mais investem nestas startups do setor financeiro, avança a Bloomberg,

Xi Jinping anunciou em 2015 um plano que visava transformar a China numa potência mundial do desporto que o próprio jogou enquanto estudante. Agora volta atrás e inclui os clubes desportivos na lista de restrições ao investimento chinês no estrangeiro.

Regime especial estava previsto terminar em 2019 e a prorrogação era aguardada pelo mercado.

A demissão do polémico assessor do presidente agradou aos investidores. Mas ainda assim, não chegou para fazer subir os índices. Petróleo escala 2,76%.

Portugal tem as "yields" a 10 anos nos 2,71% uma queda de 0,3 pontos percentuais, em sentido inverso os juros espanhóis foram vítimas do atentado terrorismo e pioraram 0,4 pontos percentuais para 1,54%. A dívida alemã viu os juros caírem 0,09% para 0,41%.

Investidores reagem ao ataque terrorista em Barcelona e vendem ações em companhias aéreas como a Ryanair, a EasyJet e da empresa de aeroportos espanhola AENA.

As ações da Mota Engil caem quase 2% e é o titulo que mais cai na praça lisboeta. Hoje as bolsas europeias são um manto encarnado na sequência do atentado terrorista em Barcelona.

Adoção da digitalização está a permitir aos fabricantes industriais a rentabilização de serviços adicionais.

O petróleo no mercado americano (WTI) fechou a subir muito ligeiramente 0,02% para 46,95 dólares o barril, o que contrasta com a significativa subida dos futuros do Brent no mercado de Londres que subiram 1,51% para 51,03 dólares, o que não é habitual.

O fundo norueguês tem agora 1,97% da Semapa e 2,53% da EDP.