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Opinião

A justificação para os permanentes abusos é sempre a de que um valor mais alto deve prevalecer, normalmente caracterizado por “interesse público”.

Dijsselbloem, e provavelmente muitos outros, sonham com o pecado dos países do sul que não só gastam, como gastam em coisas que lhes dão prazer.

Cavaco Silva agora anuncia a catástrofe, mas durante muitos anos só viu leite e mel… no Pelotão da Frente.

Não há um partido que ouse questionar o estado da Justiça portuguesa. É pena. Porque é dessa coragem que precisamos. Também a Justiça deve ser julgada.

A economia colaborativa, ou de partilha, vem trazer uma oportunidade empreendedora, que pode estar acessível de forma simples e escalável para todos.

Vimos desaparecer à frente dos nossos narizes montantes colossais, mas parece que ninguém tem genuíno interesse em saber a que chapéu de mágico foram parar.

A ideia dos fundadores de fragmentar o continente em várias geometrias e velocidades é o sinal da cegueira e do abandono do projeto de uma união real.

É tempo de os responsáveis políticos reconhecerem a importância estratégica dos serviços na definição de qualquer quadro macroeconómico de longo prazo em Portugal.

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