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Opinião

Hoje votamos por exclusão de partes, no mal menor ou, com muita sorte, se reconhecemos em alguém uma comunhão de interesses ocasional. É pouco. É perigosamente pouco.

Os portugueses têm de exigir aos políticos a transformação ou reestruturação do Estado numa organização eficiente e eficaz ao serviço de quem a paga. Não resolveria tudo, mas era um grande começo.

Os factos são ainda muito duros para a Ciência em Portugal, pululada por interesses instalados e medos de quem ainda é precário.

Importa perceber como chegámos aqui, como é que a precariedade se tornou o maior lastro da recuperação económica.

Não deixa de ser curioso resolver um problema criado pela tecnologia, com mais tecnologia. Talvez seja esse o caminho.

Trump age como se não houvesse mundo, numa tentativa espúria de fazer crer que compreende tudo. Não é ele, afinal, um génio, segundo disse ele próprio de si?

Se, por agora, o foco está em criar experiências personalizadas, o futuro passará certamente pela criação de uma rede estruturada de dados que representa as nossas vidas.

As mulheres de Hollywood estão cansadas de décadas de machismo, discriminação e assédio sexual e deram início a um movimento que está a ter consequências não só nos EUA como no resto do mundo.