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A Croácia não estudou devidamente a final do último Europeu, ganho por Portugal. Preferiu a franqueza ao cinismo. Assumiu a posse de bola e deu espaço à França. A final teria tido outra qualidade, e mais equilíbrio, com a Bélgica ou o Brasil, as outras duas melhores equipas da prova

Esta Carta/Apelo é reveladora do sectarismo de alguma esquerda portuguesa, para quem a Justiça é boa quando investiga pessoas de direita e se torna altamente suspeita quando dedica atenção a algum "camarada".

Uma sociedade que não aplica a Justiça, sobretudo não a aplica aos grandes roubos, é uma sociedade enferma, anestesiada pelos poderes ocultos, por partidos degradados.

Com o treinador Tite, o grande reforço, a equipa do Brasil juntou a força à fantasia, colocou a organização a sustentar a classe do seu trio de luxo: Neymar, Coutinho, Willian. Ataca e defende. Não há maior candidato à vitória

O dia foi marcado por dois grandes jogadores do Paris-Saint Germain. Mbappé, uma estrela em ascensão acelerada, destroçou a Argentina pela velocidade e potência; Cavani, um lutador contrastado, derrotou Portugal pela força e capacidade de concretização. O resultado foi que Messi e Cristiano Ronaldo voltam a casa no mesmo dia

O que é possível é complementar William com um João Moutinho menos castigado fisicamente (descansou no último jogo) e outros dois futebolistas que rendam, finalmente, o que valem: Bernardo Silva e João Mário. Se isso acontecer, a seleção terá outro nível

Se Joana Marques Vidal não continuar como PGR, teremos a prova definitiva de que a saúde da sociedade portuguesa já não será compatível com estes dois partidos, o PS e o PSD.

O Bélgica-Inglaterra seria um grande duelo em quaisquer outras circunstâncias. Mas com as duas equipas com seis pontos, empatadas também em todos os critérios, foi um bocejo. A verdade é que nenhuma das duas fazia questão em ganhar o Grupo F e ir para o lado já chamado de "quadro da morte"

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