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Há duas maçonarias: a dos princípios e a dos negócios. António Arnaut foi, para além do pai do Serviço Nacional de Saúde, um homem de princípios. Morreu há pouco e deixa um grande exemplo de vida, sempre norteada pela ética, pela deontologia, pela preocupação com os outros e a construção de um Estado mais justo.

Joana Marques Vidal, na PGR, tem trabalhado em prol de uma sociedade mais limpa, com menos corrupção, agora até no futebol. É do interesse da comunidade que continue no cargo. Assim ela também o queira.

Bruno de Carvalho está a mais no Sporting Clube de Portugal. Deveria demitir-se de imediato. E, em caso de que não queira fazê-lo de livre vontade, reconhecendo as suas responsabilidades pessoais neste clima de terror instalado à volta do clube, deveria ser demitido o mais rapidamente possível em Assembleia Geral

Está na altura de não se perder tempo com o assessório e construir uma agenda jornalística independente da agenda político-partidária, que tudo contamina.

No Verão que se aproxima, com a lembrança da tragédia do ano passado a pesar sobre Portugal inteiro, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa estarão unidos para o melhor e para o pior.

Sérgio Conceição teve uma temporada inicial estrondosa no FC Porto. Correspondeu à aposta de Pinto da Costa e fez crescer os jogadores. Soube gerir e enfrentar as dificuldades do período das lesões. Ganhou o título na luta direta com o Benfica, com personalidade e com justiça indiscutível.

As sucessivas declarações dos últimos dois dias, começando por Carlos César e continuando em João Galamba, abrindo caminho a uma abordagem ao caso de José Sócrates pelo próprio primeiro-ministro, não podem deixar de ter resultado de uma estratégia delineada. António Costa sentiu o perigo e o PS lançou-se para a imperiosa necessidade de reagir a este calvário de auto-flagelação, que envolveu ainda Manuel Pinho, Arons de Carvalho e até Ferro Rodrigues (sobre a ética associada às viagens dos deputados insulares). Fez bem.

É tempo dos deputados deixarem de ser politicamente cobardes, como demonstram ao viabilizar uma comissão de inquérito a Manuel Pinho (justificada, claro), tratando-o de forma diferente de Sócrates.

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