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Com os dados já conhecidos do primeiro trimestre do ano, é praticamente certo que a economia portuguesa vá crescer no mínimo 2% em 2017.

Os Estados Unidos da América são o maior exportador de armamento do mundo, representando, sozinhos, um terço do mercado global.

Está em curso uma guerra de ódio e ressentimento contra as mulheres, nas redes sociais e nas caixas de comentários de notícias, através de sistemáticas agressões verbais. A eurodeputada Marisa Matias fez uma denúncia pública do seu caso, mas o fenómeno é generalizado. E sintomático de um problema estrutural: o sexismo.

Apesar de a taxa de desemprego estar a descer desde 2013, as pressões sobre a inflação parecem muito reduzidas. Até agora, quase todas as subidas e descidas têm vindo à boleia dos elementos voláteis, como combustíveis ou alimentação. A inflação subjacente, que exclui do cálculo estes itens, tem oscilado em torno dos 1%. Em abril houve uma ligeira subida de 0,3 pontos percentuais, mas em Maio os valores voltaram a corrigir para a média dos últimos dois anos.

O objetivo de um hipermercado, supermercado ou centro comercial é o mesmo de uma feira: satisfazer necessidades de consumidores.

É uma das bebidas mais consumidas no mundo e o principal exportador mundial é o Brasil.

Há dez anos as famílias portuguesas gastavam 16,5% do orçamento do agregado em renda, electricidade, água, combustíveis e gás. Hoje, gastam 19,1%. Um estudo da OCDE publicado na semana passada mostra que Portugal foi dos países que mais aumentou o gasto nas despesas com a casa.

O salário horário ajustado à inflação do trabalhador mediano dos Estados Unidos está mais ou menos estagnado desde os anos 70. As remunerações começaram a recuar no início dos anos 80, e só recuperaram algum do terreno perdido durante o boom da década de 90. Ainda assim, o crescimento foi tímido: só em 2017 é que os salários ajustados à inflação atingiram o nível do período Carter.

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