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Et Cetera

Uma jovem japonesa decidiu largar uma carreira na logística para abraçar uma paixão assumida depois de 15 visitas feitas a Portugal e de 15 meses a estudar no Porto: filigrana. É esta a arte, muito portuguesa, que decidiu levar para o Japão e promover, com dedicação, e sucesso.

Elísio Summavielle, 60 anos, funcionário público. É assim que o presidente do Centro Cultural de Belém gosta de se autorretratar. Na próxima semana, dia 23, o CCB vai comemorar o 24º aniversário. Summavielle, que se considera um técnico “entusiasmado”, deseja criar as condições para a construção de um hotel. Foi secretário de Estado no Governo Sócrates, é maçon, republicano “dos quatro costados” e assume o gosto pelas touradas: “Não vou ver corridas a Espanha às escondidas”.

Estados Unidos já tiveram momentos na história em que a entrada de imigrantes foi limitada. Semelhanças com Donald Trump? Nem por isso. Esses processos deram-se em períodos de elevada de tensão social, muitos deles já longínquos. Nas décadas mais recentes são uma raridade.

A mais recente obra de arte pública da artista Joana Vasconcelos, viajou até à China para celebrar o Ano do Galo de Fogo.

São 900 anos em três minutos. O vídeo que mostra como a Europa e os territórios mudaram drasticamente desde 1140.

Entre os fortes sopros de vento e os pescadores da Nazaré, o Jornal Económico encontra-se com Garrett McNamara naquela que é uma segunda casa, com família própria. O homem por detrás do recorde da onda de 23,8 metros explica como é possível seguirmos os nossos sonhos: começar por escrever coisas no papel e nunca deixar que nos digam que “não é possível”. O caminho faz-se com altos e baixos, “tal como o caminho de Portugal como país”. E agora, garante, “vão ambos a subir”.

Deixou Portugal aos 18 anos para concluir a licenciatura em Matemática e o mestrado em Economia. Atualmente trabalha numa empresa que é parte do Trip Advisor. Vive em Boston, uma cidade com invernos longos, mas com um dinamismo cultural que lhe lembra Lisboa.

Viveu no Reino Unido, no Brasil e percorreu a Ásia, mas escolheu instalar-se na lisboeta Mouraria, onde desenvolve um projeto próprio de pintura que, de forma artesanal, cresce para se tornar um padrão impresso.

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