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Especial Eleições na Alemanha

A chanceler parece preferir a coligação com o SPD, ao mesmo tempo que tenta convencer Os Verdes e os liberais do FDP a aceitarem sentar-se juntos no próximo executivo - apesar de todas as diferenças entre as duas formações políticas.

A chanceler alemã quer encetar conversações com o SPD de Martin Schulz, que conseguiu 20,5% dos votos, o Partido Liberal (9,2%) e os Verdes (8,9%). De fora da lista de preferências de Angela Merkel fica a extrema-direita, representada pela AfD.

A maior economia da União Europeia reelegeu Angela Merkel para um quarto mandato à frente do Bundestag, mas os democratas-cristãos registaram um dos resultados mais baixos da história do partido (33% segundo dados provisórios).

No seguimento da sua entrada no Parlamento alemão, o partido nacionalista AfD prometeu combater a “invasão de estrangeiros”, afirmando que o partido foi eleito para abordar de forma direta o assunto da imigração.

Frauke Petry anunciou que não iria sentar-se com o seu partido no Parlamento.

Martin Schulz e a esquerda na sua generalidade foram os perdedores das eleições alemãs, no dia em que a extrema-direita regressa ao Bundestag, que há umas décadas ajudou a destruir.

A vitória, sem maioria absoluta, de Angela Merkel aumentam as hipóteses de a chanceler ter de ‘fazer as malas’ e rumar a Kingston: juntar-se ao FDP e aos Verdes.

O Conselho Central de Judeus na Alemanha mostrou o seu desagrado perante os mais de 13% obtidos pela AfD. As ruas de Berlim, Colónia e Frankfurt encheram-se de manifestantes. Marine Le Pen aplaude a conquista dos aliados alemães.

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