Energia

Os resultados da energética nos primeiros seis meses do ano foram afetados por comparações desfavoráveis em relação ao período homólogo, tanto em termos climatéricos e de preços de mercado.

Consumidores que mudaram para o mercado liberalizado de eletricidade vão conseguir voltar ao regime regulado e adia por três anos o prazo para os consumidores pedirem transferência para o mercado livre.

Os números da eólica beneficiaram do aumento da capacidade e de uma mudança no cálculo das amortizações, ficando ligeiramente acima das estimativas dos analistas. O foco está, no entanto, nesta altura virado para o processo da OPA da 'casa-mãe' EDP.

Energética anunciou que irá manter o preço por ação na OPA sobre a éolica, após a gestora de ativos norte-americana, Massachusetts Financial Servces, ter dito ontem que considerava que a Renováveis valia o dobro.

Uma forte contribuição do "downstream" na área do petróleo bruto deve ter suportado o EBITDA consolidado recorrente (RCA) no segundo trimestre do ano. diz o Caixa BI que prevê lucros de 149 milhões no segundo trimestre, superior em 12,4% face ao 2º trimestre de 2016.

Posição dos norte-americanos coloca em risco o objetivo de fazer sair da bolsa a EDPR, uma vez que a EDP necessitava para isso de deter 90% do capital da empresa, mas também 90% das ações alvo da OPA.

"Esperamos alguma melhoria nos números em comparação com o trimestre anterior, mas, no entanto, os resultados ainda serão afetados negativamente por condições climáticas desfavoráveis, a saber, uma menor produção hídrica", diz a nota do banco de investimento.

A revista Forbes voltou a eleger o presidente da EDP Brasil como um dos melhores CEO do Brasil. Há mais de 20 anos que a EDP Brasil desenvolve atividade naquele país e é uma empresa integrada que atua nas áreas de geração, transmissão, distribuição, comercialização e soluções em energia elétrica.