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A marcar a última sessão da bolsa norte-americana desta semana estiveram as negociações entre os Estados Unidos e a China, que estão envoltas num clima de forte incerteza.

O industrial Dow Jones recua 0,03%, para 24.707,72 pontos; o financeiro S&P 500 desvaloriza 0,10%, para 2.717,35 pontos; e o tecnológico Nasdaq cai 0,25%, para 7.364,34 pontos.

"Este recuo não está ligado a uma razão em particular, mas antes a uma incerteza generalizada sobre o comércio mundial e as taxas de juro", comentou Karl Haeling, da LBBW.

A marcar esta sessão esteve o recuo da Coreia do Norte em negociar com os Estados Unidos, caso a cimeira entre os líder dos dois países se resuma à "exigência unilateral" do desarmamento nuclear.

O industrial Dow Jones soma 0,06%, para 24.722,32 pontos; o financeiro S&P 500 ganha 0,04%, para 2.712,62 pontos; e o tecnológico Nasdaq valoriza ligeiramente 0,06%, para 7.356,22 pontos.

Aumentaram as expetativas que a Fed suba a federal funds rate quatro vezes no total no ano (em vez de três) e as yields das Treasuries a 10 anos subiram para o nível mais elevado desde julho de 2011, para 3,066%.

Além da guerra comercial, as bolsas norte-americanas estão também a ser penalizadas pelo crescimento pouco significativo das vendas no retalho. O dólar valoriza e as 'yields' dos EUA sobem para máximos de 2011.

A marcar a sessão estiveram as negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China, bem como o agudizar das tensões no Médio Oriente, após a inauguração da embaixada dos Estados Unidos em Jerusalém.

O industrial Dow Jones fechou a somar 0,37%, para 24.831,17 pontos e o financeiro S&P 500 ganhou 0,17%, para 2.727,72 pontos. Em contraciclo, o tecnológico Nasdaq recuou 0,03%, para 7.402,88 pontos.

A marcar o início de sessão estão os dados da inflação, que acelerou 2,5% em termos anuais, nos EUA, em abril. O dólar quebra a série de ganhos, enquanto o petróleo corrige e desvaloriza, após os máximos.