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O INE estima que a taxa se terá fixado nos 8,5%, menos um ponto percentual em comparação com a estimativa provisória divulgada há um mês, e a população desempregada tenha atingido 439,8 mil pessoas.

A recuperação do mercado de trabalho europeu não se refletiu no crescimento dos salários. Em alguns estados-membros, o rendimento disponível ainda se encontra abaixo dos níveis anteriores à crise, segundo Bruxelas.

O número de beneficiários de prestações de desemprego em outubro foi o mais baixo desde dezembro de 2001, abrangendo um total de 180.164 beneficiários, revelam as estatísticas mensais da segurança Social divulgadas hoje.

O autarca da vila alemã acredita que este cenário é fruto da posição geográfica de Eichstätt no centro da Baviera, perto de uma grande fábrica da Audi nos arredores da cidade de Ingolstadt.

Dados do INE revelam também uma quebra na população ativa, mas devem ser encarados com otimismo, defende a secretária com a tutela do Emprego. Rita Andrade diz que a retoma da economia e o período de Verão explicam a quebra na taxa do desemprego.

A Catalunha somou em outubro deste ano mais de 14.698 desempregados, o dobro em relação ao mesmo mês de 2016, enquanto que o número de desempregados inscritos no centro de emprego representa um terço do número registado no ano passado.

O desemprego na União Europeia desceu em setembro para os 7,5%, o valor mais baixo desde novembro de 2008. Na zona euro, a taxa de desemprego cifrou-se nos 8,9% em setembro, menos 1% que há um ano, atingindo mínimos de janeiro de 2009. Quanto a Portugal, o Eurostat coloca o desemprego nos 8,6%.

O total de desempregados registados em Portugal foi inferior ao verificado no mês homólogo, de acordo com os dados mensais do desemprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional.

A Segurança Social pagou em setembro prestações de desemprego a 188.969 beneficiários, mais 3.496 (1,9%) do que em agosto, mas menos 33.172 (14,9%) do que em setembro de 2016, segundo os dados hoje divulgados.

Um estudo da OCDE mostra que, devido ao desemprego e aos baixos rendimentos, as novas gerações viverão essa fase de uma forma pior do que os seus pais em termos de condições económicas e proteção social.