Wall Street fecha com variações ténues à espera da reforma fiscal

Investidores aguardam com expectativa as medidas económicas anunciadas por Donald Trump, sobre o aumento do investimento em infra-estruturas e reforma fiscal.

Os principais índices norte-americanos encerram a sessão desta segunda-feira a negociar sem tendência definida, com o impasse dos planos económicos da administração norte-americana a pesar nos mercados.

O Dow Jones 30 encerrou a deslizar 0,04% para 20.905,86 pontos, o S&P 500 caiu 0,20% para 2.373,47 pontos e o Nasdaq ganhou 0,01% para 5.901,53 pontos.

Os investidores aguardam com expectativa as medidas económicas anunciadas por Donald Trump, sobre o aumento do investimento em infra-estruturas e reformas fiscal. A pressionar igualmente as praças esteviram hoje as polémicas declarações de Donald Trump sobre alegadas escutadas ordenadas por Barack Obama à Torre Trump durante a campanha presidencial de 2016. Hoje, o FBI afirmou não ter “evidências que sustentem” as declarações do presidente norte-americano. Por outro lado, o diretor do FBI confirmou que a agência de investigação abriu um inquérito sobre as alegadas ligações entre a Rússia e a campanha de Donald Trump.

Também a reunião do G20, pesou nos mercados, surgindo preocupações relativas às promessas do presidente Trump sobre os termos dos acordos comercias. Os ministros das Finanças das vinte economias mais poderosas do mundo concordaram que o comércio livre é fundamental para fortalecer a resiliência económica, rejeitando deste modo o protecionismo, segundo a Reuters.

“Estamos todos convencidos de que o comércio mundial leva ao crescimento global”, disse Schauble durante a conferência de imprensa depois da reunião de dois dias. Também Christine Lagarde, diretora-geral do FMI, salientou a necessidade da promoção da cooperação global como garantia da manutenção do crescimento económico.

No mercado petrolífero, o dia hoje foi de quebra nos preços, com o brent a desvalorizar 0,27% para 51,62 dólares por barril e o crude a cair 0,85% para 48,89 dólares por barril.

No mercado cambial, o euro sobe 0,05% para 1,0743 dólares, a libra deteriora-se 0,31% para 1,2357 dólares e o dólar cai 0,17% para 112,50 iénes.

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