Wall Street anima com o abrandamento da pressão sobre Trump

O Dow Jones subiu 0,63% para 20.793 pontos ; o S&P 500 valorizou 0,65% para fechar nos 2.381,26 pontos e o Nasdaq fechou em alta de 0,52% para 6.085,45 pontos. Os índices nova iorquinos procuram a rentabilidade à medida que o Russiagate abranda.

REUTERS/Brendan McDermid

O mercado de capitais norte-americano fechou a ultima sessão da semana em alta. Os investidores parecem ficar animados à medida que desanuvia a pressão sobre o presidente Donald Trump.

O Dow Jones subiu 0,63% para 20.793 pontos ; o S&P 500 valorizou 0,65% para fechar nos 2.381,26 pontos e o Nasdaq fechou em alta de 0,52% para 6.085,45 pontos. O título Caterpillar (multinacional que fabrica máquinas, motores e veículos pesados) esteve a liderar os ganhos do índice industrial (+2,2%), seguido da Wal-Mart que apresentou resultados (+1,73%). Em sentido oposto a rede social Twitter desvalorizou 1%.

Os índices nova iorquinos procuram a rentabilidade à medida que a crise política em Washington (Russiagate) abranda depois de Trump ter qualificado de “ridícula” a possibilidade de um processo de impeachment (destituição) .

Nas próximas semanas saber-se-á como evolui a investigação ao chamado  Russiagate que está a cargo do ex-director do FBI, Robert Mueller.

O presidente Trump começa esta sexta-feira uma viagem de oito dias à Arábia Saudita, Israel e ao Vaticano, para além da cimeira da Nato em Bruxelas e a reunião do G-7 em Itália.

Outra das estrelas do dia é o preço do petróleo, com um aumento de 1,6% no caso do petróleo West Texas, para os 50,17 dólares, na expectativa de que a OPEP na sua próxima reunião anuncie novos cortes na produção de petróleo.



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