Wall Street abre em alta e Deutsche Bank inverte tendência

O CEO da instituição bancária dirigiu uma carta aos funcionários na qual referia que o banco continua a ser "muito forte".

Kai Pfaffenbach/Reuters

No dia em que foram divulgados dados sobre uma descida ligeira que levou os gastos dos consumidores para mínimos de cinco meses nos Estados Unidos, sobretudo por ação da quebra nas vendas do setor automóvel, enquanto os títulos do Deutsche Bank registavam inversão na tendência de queda em Nova Iorque, subindo 5,8% após uma carta do seu CEO aos funcionários, Wall Street abriu em alta.

O S&P 500 ganhou 0,43% para os 2,160.47 pontos, o Nasdaq evoluiu 0,36% para os 5,287.94 e o Dow Jones subiu 0,53% para os 18,240.39 pontos.

Numa tentativa de travar a queda dos títulos da instituição, John Cryan, CEO do Deutsche Bank, escreveu uma carta a todos os funcionários e à qual a agência Reuters teve acesso, queixando-se de que “certas forças” pretendem enfraquecer o banco, mas assumindo que “é preciso ver a situação na sua perspetiva global”, lembrando que a instituição tem “mais de 20 milhões de clientes e reservas acima dos 215 mil milhões de euros”. E acentuou: “Somos e continuamos um Deutsche Bank muito forte.”

 




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