Trump põe fim à ideia de sair da NATO e Wall Street agradece

Os principais índices da bolsa de Nova Iorque encerraram a sessão desta quinta-feira com ganhos. O dia fica ainda marcado pelo facto de o Nasdaq ter renovado os seus máximos históricos.

Reuters

A bolsa de Nova Iorque encerrou a sessão desta quinta-feira, dia 12 de julho, em terreno positivo. Entre os principais índices bolsistas norte-americanos, o industrial Dow Jones somou 0,91%, para 24.924,89 pontos, e, na mesma linha, o financeiro S&P 500 avançou 0,89%, para 2.798,62   pontos. Também o Russell 2000 acompanhou este otimismo e ganhou 0,36%, para 1.689,72 pontos.

O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, recuou na ideia de sair da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), o que animou os investidores. Na reunião dos 29 chefes de Estado e de governo da NATO, o presidente norte-americano disse que foi “mais duro do que habitual” para conseguir uma maior contribuição dos países-membros, que se comprometeram com um gasto extra de 33 mil milhões de dólares.

“Os eventos geopolíticos estiveram em destaque (…) e a mostrar comprometimento com a organização, isto depois dos aliados terem aceitado aumentar a despesa com a Defesa. A possível aproximação entre os EUA e a China para resolverem a questão das tarifas também trouxe optimismo”, destacou Ramiro Loureiro, Mtrader do Millennium Investment Banking.

O dia fica ainda marcado pelo facto de o Nasdaq ter renovado os seus máximos históricos. O índice tecnológico valorizou 1,39%, para 7.823,92 pontos.

Ainda no segmento tecnológico, destaque para a multinacional de software Microsoft, que ultrapassou a capitalização de mercado de 800 mil milhões de dólares (cerca de 685 mil milhões de euros) pela primeira vez. As suas ações subiram 2,17%, para 104,19 dólares. A Apple (+1,72%, para 191,11 dólares), a Amazon (+2,37%, para 1.796,92 dólares) e a Alphabet (+2,64%, para 1.184,41 dólares) também pontuaram.

Hoje também o ministro da Cultura e Media britânico, Jeremy Wright, confirmou em comunicado o anúncio do seu antecessor, Matt Hancock, que sugeriu em 19 de junho que o governo do Reino Unido poderia dar ‘luz verde’ ao negócio Fox-Sky.

A 21st Century Fox [-0,76%, para 47,04 dólares], gigante do magnata Rupert Murdoch, afirmou estar empenhada em garantir o financiamento e a independência editorial do canal Sky News. Ainda ontem, a Fox anunciou em comunicado que subiu para 32 mil milhões de dólares (27.700 milhões de euros) a oferta de compra de 61% do capital da empresa britânica de televisão Sky, superando assim a oferta da rival Comcast [+2,31%, para 47,04 dólares].






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